Considerações profissionais sobre o condicionamento de animais e sobre as reais possibilidades corretivas dos animais em função do real contexto dos seus proprietários

por Olivier Soulier — publicado 7 out 2012 - 1:45

Reforços, punições positivos (as), negativos (as).

O reforço é um estimulo cujo efeito tende a ou resulta na repetição de uma ação ou de um comportamento.

A punição é o contrário de um estimulo cujo efeito tende a ou resulta no fato de evitar uma ação ou um comportamento.

Positivo: o que soma.

Negativo: o que subtrai.

 

Reforço positivo: adição de um estímulo para incentivar a repetição.

Comprar um jogo vídeo, para o filho, por ter obtido notas boas no colégio.

Recompensar o cão por ter executado o Junto ou Senta.

 

Reforço negativo: retirada de um reversivo para incentivar a repetição.

Relaxar a coleira quando o cão anda “Junto”.

Tirar o filho do castigo ou da privação quando as notas melhoram.

 

Punição positiva: adição de um reversivo para evitar a repetição.

Engrossar o tom ou usar qualquer artificio que cria um incômodo, um desconforto ou um susto para o cão quando pula, arranha ou mordisca.

Gritar para seu filho ou puxá-lo pelo braço para ele não ser atropelado ao atravessar uma rua bem movimentada, tentando não traumatiza-lo, mas salvando a vida dele.

 

Punição negativa: retirada de um estimulo para evitar a repetição.

Para quem ainda tem dúvidas, retirar o objeto de motivação da vista, ou de frente do animal (alimentar ou lúdico) enquanto anda puxando na guia.

Ou acabar com a brincadeira quando começa a se agitar e apresenta descontrole.

Retirar os jogos vídeos, a internet e a televisão quando as notas do filho desabam.

 

Tenho aversão a maus tratos nesse ponto toda cautela na hora de manipular um animal ou uma criança é pouca!

Adestradores que não deixam os donos participarem da aula deve-se desconfiar, pois nunca precisei fazer o treino longe do dono, caso ele queira que você se retire ou fique de fora, peça para ele filmar o treino. Eu amo a técnica do Clicker, pois vejo os animais aprenderem com alegria, respeito às outras técnicas, pois vejo resultados, mas sempre utilizo o Clicker para adestrar.

(Citação de um famoso treinador brasileiro de animais para show, propaganda e televisão: André Poloni)

Alguém dúvida que o condicionamento e os contra condicionamentos com técnicas de reforços positivos são as mais eficientes para se obtiver uma aprendizagem motivada e duradoura.

Se ainda tiver essa dúvida então procure mais informações, vê o que os melhores adestradores com os cães mais sabidos e animados obtêm como resultados e compare-os com os resultados, cabisbaixas, dos animais treinados com forçamentos e punições.

A internet está cheia de vídeos, fóruns de discussões e detalhes sobre o assunto, não tem como continuar duvidando a não ser recusando a informação.

Agora mesmo assim, sem hesitação nenhuma, puxo o braço do meu filho ou posso até dar um grito se o vejo ameaçado.

Melhor do que isso é prepara-lo antes, educando-o e condicionando-o com ensinamentos antecipados inteligentes e recompensas pelos acertos.

Só que, infelizmente nem todos nós somos educadores profissionais e nem todos nós temos sempre o conhecimento, a experiência, a disponibilidade, a dedicação e o tempo necessário para conseguir os resultados que nem sempre os melhores educadores conseguem.

E os comportamentos indesejáveis, antissociais, de inconsciência ou agressivos podem aparecer e precisaram ser corrigidos.

Por isso às vezes agradeço ter tido o reflexo e a ousadia de fazer uso de reforços não sempre positivos ou de punições às vezes positivas outras negativas.

No caso dos cães existem várias razões que podem invalidar as técnicas cem por cento positivas para corrigir os comportamentos em caso de perigos iminentes para eles como para os humanos proprietários ou não, adultos ou não que podem se encontrar perto deles.

O cão também pode ser atropelado, como a criança, acontece demais como ainda demais cães são levados para eutanásia todos os dias.

Se não for por razões de sofrimentos extremos e sem possibilidade de melhorias ou alívios, para mim os outros motivos são todos fúteis e podem ser corrigidos.

Controlar o animal, seja para evitar um acidente, seja para dar esperança a proprietários desabusados, incrédulos e prontos a se desfazer do animal, em numerosos casos, abandonando o ou o levando para a eutanásia.
Nada impede, pelo contrário, depois disso de adestrá-lo com técnicas positivas de condicionamento e contra condicionamento, para evitar reincidências.

Acredito que nos casos que citei, ou outros casos de perigo imediato para o(s) animal(is), em razão de uma situação ou por causa de proprietários no limite, as correções despersonalizadas ou personalizadas somente com impressões posturais de controle são válidas e benéficas.

Pergunto a todos se realmente deve e vai traumatizar o cão?

Puxar o braço do seu filho para evitar seu atropelamento vai traumatiza-lo? A não ser pelo medo extremo que ele pode adquirir dos carros se aproximando em grande velocidade, esse medo irá realmente prejudicar a sua saúde mental?

Nos animais, lembrando que o ser-humano também é um animal (por mais afastado das suas origens ou da natureza que seja), o medo (a desconfiança) decorre de um dos instintos mais primitivo, o de sobrevivência.

O medo pode provocar a submissão, a fuga, a esquiva (por exemplo, para preservar a integridade da matilha) ou o enfrentamento.

Sobretudo se, depois dos controles, inicia-se um trabalho sério de condicionamentos e contra condicionamentos com reforços positivos com fim de obter os comportamentos desejados e almejados.
Com a cautela, é claro, de não cair na facilidade que os aversivos podem e vão oferecer.
Certo também que para condicionar um animal estudando as condições, os esforços e conhecimentos, a imaginação e as faculdades de adaptação e criatividade necessárias, as técnicas com uso de reforços positivos são as mais adequadas, eficientes e duradouras.

Sim cada caso é um caso, evidentemente, como cada um é cada um.

Nada justifique os maus tratos nem a violência nem para a defesa. A não ser que seja inevitável e imprevista quando não tiver preparado e não ter como evita-la, então posso entendê-la no máximo.

A violência continua sendo o último recurso da incompetência ou o extremo da ignorância.

Por isso fico triste sim, quando ouço falar de eutanásia de um animal dito agressivo ou que teria surtado. Tenho muitas dúvidas quantos aos surtos dos animais!

Quando melhor estudado o caso, sempre o animal tinha mostrado que o acidente podia acontecer, já tinha acontecidos vários eventos anunciando um possível ataque, ou seja, poderia ter sido evitado ou corrigido.

Conheci vários cães potencialmente perigosos e agressivos, já ouvi falar, mas até então nunca conheci cães loucos e sim sempre casos de animais que respondiam perfeitamente as características comportamentais da sua espécie os levando a agressão por várias causas conhecidas e perfeitamente normais na psicologia canina.

Aproveitando, se vocês conhecerem alguém numa situação que o leve a pensar em conduzir seu animal para a eutanásia por motivo que não seja de dores comprovadamente irreversíveis e impossíveis de serem aliviadas, por favor, fornece lhe meus telefones ou me liguem que irei tentar de tudo para ajudar e evitar tal covardia.

Pior ainda é descobrir que alguns adestradores ditos profissionais, certos declarando fazer uso exclusivo de reforços positivos se auto intitulando de pioneiros, declaram tal ou tal outro animal irrecuperável e aconselham os seus proprietários a leva-lo para eutanásia. Quando, na pior das hipóteses, não eliminam eles mesmo o animal de forma nada convencional.

Acho um absurdo tais declarações de exclusividade, mas nem me formalizo com isso, tem espaço para tudo mundo e o sol brilha para todos.

Já acho no mínimo esquisito, muitos deles ainda usar de garrafas pets, borrifadores de agua ou citronela, latas com algo sonoro dentro, bombinhas, em casos extremos coleiras de choques e quase sempre, quando não se trata dos seus próprios animais, de coleiras que enforcam e outras nada positivas.

Fora a hipocrisia e a falta de ética de tais profissionais.

O uso do reversivo, em minha opinião, pode traumatizar sim se usado com intensidade ou frequência desproporcional.

Dependendo pode quebrar um dedo, a mão ou o braço do seu filho quando puxá-lo, ou até furar o tímpano dele quando gritar para avisá-lo de qualquer perigo.

Acho muito simples a generalização de qualquer forma, mas confirmo sentir desgosto e ódio quando ouço falar de covardia e maus tratos a seres indefesos como os animais, as crianças ou a grande maioria das mulheres.

E se a eutanásia para se livrar de um problema par mim é uma grande covardia, também acho o forçamento aos treinos tanto como métodos agressivos e violentos intoleráveis no vigésimo primeiro século e enquanto os proprietários se dispõem a consagrar o tempo, a disposição necessária e se orientarem de profissionais qualificados para ajuda-los nessa façanha sou cem por cento a favor dos métodos a base de condicionamentos e contra condicionamentos positivos.

Por isso sou contra certos métodos mostrados pelo tal de “Encantador de cães” nos canais “Animal Planet” ou, certas vezes, “Nacional Geografic” e me parece reprisado em canal aberto brasileiro.

Por mais que o reconheço certo pioneirismo em demonstrar que quase todos os casos considerados como perdidos pela maioria, podem ser resolvidos sem o extremo da eutanásia. E também por ter mostrado que equilibrando os animais resolve a maioria dos casos comportamentais e melhora sensivelmente ou resolve medos, traumas e comportamentos autocentrados, não entendo a necessidade de divulgar o uso de métodos tão agressivos para o grande público e assim incitar proprietários e profissionais inexperientes a fazer uso de violência para “corrigir questões comportamentais”.

Mesmo achando algumas teorias ligadas a “Exercícios/ ocupação da mente, disciplina e afeto” desenvolvidos nos seus livros bastante interessantes, acredito que ele foi bem aconselhado e ajudado no decorrer da redação da obra.

Quanto à transferência de energia, que algumas pessoas citam muito facilmente, acredito em certo equivoco, pois se tenho certeza que controlar um animal com atitudes, posturas, mantendo a calma e sendo assertivo é possível, duvido muito do efeito energético de golpes, chutes ou outros, a NÃO SER PELAS DORES QUE PODEM PROVOCAR.

Em função da representatividade que a televisão e a resolução rápida dos casos que já conseguiu, entendo o lado encantador e impressionante da personagem para quem assiste tais performances com olhos mais impressionados do que críticos.

Não tenho mestre, nem mentor, mas me sinto o dever de avisar quanto aos riscos desnecessários de optar por tais técnicas a base de, não toques, mas golpes.

Sem falar que, em alguns casos, já o vi sentir medo e se prevenindo bem mais seriamente fazendo uso de artifícios nada naturais para evitar uma mordida mais séria de um animal bem mais poderoso e claramente bem mais seguro de si e agressivo, ou seja, bem mais perigoso.

Acho mais inteligente nesses casos evitar os riscos tanto para os proprietários como para os animais usando de reversivos e meios de contenções adaptados e defensivos, sem abuso nem exagero, seguidos de contra condicionamentos positivos tudo com a supervisão de profissionais idôneos e amplamente reconhecidos nesse tipo de intervenções, comportamentalistas e veterinários pela parte medical quando necessária.

Isso falando de correção comportamental é claro, e não somente de condicionamento.

Atenciosamente,
Olivier Soulier.

Meu cachorro não quer comer! O que fazer?

por Handreza Hayran — publicado 12 ago 2019 - 9:45

cuidar do cachorro

Meu cachorro não quer comer. E agora? Essa é uma pergunta muito comum pra quem tem um cachorrinho em casa. Mas fique tranquilo se acaso esse comportamento acontecer apenas de forma eventual. Contudo, se o seu cachorro não estiver querendo comer há alguns dias, ligue o sinal de alerta. A falta de apetite, no entanto, pode indicar alguma doença.

De fato, a falta de apetite do seu cão pode apresentar uma série de causas.

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O que se deve saber sobre o banho e tosa?

por Handreza Hayran — publicado 12 ago 2019 - 9:45

banho do cachorro

O banho e tosa são essenciais. Se acaso você tem um animalzinho de estimação e deseja saber mais sobre o assunto, então acompanhe esse artigo e saiba mais sobre a prática, tão importante para o seu pet.

O banho e tosa é muito útil e importante. Isso porque todo o pet precisa de uma boa higiene para manter-se sempre limpo. Mas, é claro que nem sempre os donos têm tempo de fazê-lo em casa.

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Cachorros fofos: Conheça os mais famosos

por Handreza Hayran — publicado 11 ago 2019 - 9:45

Filhote branco da raça Samoieda representa cães no verão

Quem gosta de animais de estimação certamente sabe que é difícil resistir a um cãozinho fofo. Aliás, eles não são apenas cachorros fofos, eles ajudam os humanos em diversas tarefas.

Hoje em dia podemos encontrar cães que participam de operações policiais, sobretudo em resgates, tratamentos e muito mais. Aliás, temos os cães guias, que fazem um trabalho muito importante. Que tal conhecer os cachorros fofos mais amados do mundo?

Raças de cachorros fofos

Antes de mais nada,

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Meu cachorro não quer comer! O que fazer?

por Handreza Hayran — publicado 12 ago 2019 - 9:45

cuidar do cachorro

Meu cachorro não quer comer. E agora? Essa é uma pergunta muito comum pra quem tem um cachorrinho em casa. Mas fique tranquilo se acaso esse comportamento acontecer apenas de forma eventual. Contudo, se o seu cachorro não estiver querendo comer há alguns dias, ligue o sinal de alerta. A falta de apetite, no entanto, pode indicar alguma doença.

De fato, a falta de apetite do seu cão pode apresentar uma série de causas. Pode ser que ele apenas não goste da ração em questão ou então esteja ruim do estômago. No entanto, ela deixa de ser normal quando ultrapassa 2 dias de duração.

1. Por que meu cachorro não quer comer?

O que responde a sua pergunta “por que o meu cachorro não quer comer” são diversas hipóteses. Algumas delas são:

Seu cãozinho pode estar enjoado da mesma ração

ração

Foto: Freepik

Assim como nós, os cães também enjoam de comer a mesma comida de sempre. Portanto, para solucionar esse problema, experimente trocar a ração por outra semelhante e alimente-o, também, com petiscos, legumes e frutas.

Mas, atenção: não é porque o seu bichinho está enjoado da ração que você deve dar comidas que não são indicadas para ele. Todavia, chocolate e comidas com muito sal e tempero não são nada indicadas, certo? Lembre-se que elas prejudicam a saúde do seu animal.

Houve algum tipo de mudança na rotina do seu cão

cachorro não quer comer

Foto: Freepik

Os cães são muito influenciados, sobretudo, pelo que acontece ao seu redor. Por isso, mudanças na rotina, como a mudança de residência, a estadia em uma casa diferente ou um hotel, ficar longe dos donos e muitas outras podem interferir no apetite do cão.

Aliás, perder alguém querido, humano ou animal, também faz com que o apetite do seu cão seja perdido. Isso porque, assim como nós, os animais sofrem. Com isso, apresentam mudanças, assim como qualquer outro ser com sentimentos.

Outra coisa que influencia é a mudança da temperatura. Oscilações de temperatura, ou seja, momentos de calor ou frio em excesso, fazem com que o cachorro perca o apetite. Avalie, então, se essas não são as respostas para a pergunta: “por que meu cachorro não quer comer?”. Nesses casos, não se preocupe que a falta de apetite do seu cãozinho durará no máximo 1 dia.

No entanto, se durar mais, procure um veterinário. Especialmente se essa falta de apetite vier depois de uma perda. Desse modo, seu cão pode desenvolver depressão.

Quando o cachorro não quer comer ele pode tá com problema de saúde

cachorrinho

Foto: Freepik

A falta de apetite do seu cão também pode ser em virtude de alguma doença. Surpreendentemente, há uma série de problemas de saúde que apresentam esse como um dos sintomas. No entanto, não se preocupe, se essa for a causa, o seu cachorro irá negar todo e qualquer tipo de comida.

Além disso, dores de dente também podem afetar o seu cãozinho. E não é só nos humanos que esse tipo de dor é um verdadeiro incomodo, viu? Uma dor de dente canina pode fazer com que seu bichinho tenha dificuldades na mastigação e, em consequência disso, não conseguir comer.

Nesses casos, a melhor escolha é, sem dúvida, levar o seu animalzinho a um médico veterinário para ser examinado. Somente um veterinário poderá passar a medicação e os cuidados corretos, independentemente do problema de saúde do seu animal.

2. Os cães de porte pequeno não devem ficar muito tempo sem comer

Não apenas os cachorros de raças toy, como o pinscher ou o chihuahua, como também os filhotes, apresentam pouca reserva de gordura no corpo. Por isso, no caso de ficarem mais de 12 horas sem ingerir algum alimento, eles têm mais facilidade e probabilidade de sofrer hipoglicemia.

3. O que eu faço quando o meu cachorro não quer comer?

cachorro

Foto: Freepik

Quando o seu cachorro não quiser comer, experimente oferecer a ele pedaços magros de carne de frango ou carne. A partir disso, você poderá perceber, de fato, se é apenas insatisfação com os alimentos ou algo a mais.

No entanto, se caso o seu cão estiver com dores de dente ou dificuldades de mastigação, ofereça a ele papinha de bebê que tenham a carne em sua composição. Se você não tiver a papinha a sua disposição, adicione caldo de frango ou água morna nos alimentos secos, como a ração.

Tente oferecer a comida na mão. Alguns só ingerem algum alimento quando estão doentes desta maneira. Aliás, tente alimentos que tenham um bom cheiro ou aqueles produtos enlatados que são feitos especialmente para cães.

4. Dicas para manter o seu cachorro com uma boa alimentação

ansiedade de separação

Foto: Freepik

Se caso você não esteja se perguntando “meu cachorro não quer comer, o que fazer?”, mas deseja manter o apetite do seu cão e prevenir algum tipo de problema, certifique-se de que a saúde do seu pet está em dia.

Além disso, veja se ele não sofre de ansiedade. Pois, cães com ansiedade também podem sofrer com problemas de apetite. Esses problemas de ansiedade podem acontecer, sobretudo, quando o cachorro fica sozinho em casa por um longo período.

A ansiedade é desenvolvida quando eles ficam esperando por um dos donos chegar de forma quase que obsessiva, chorando e latindo para tentar chamar a atenção de alguém e, em consequência, você volte por isso. É necessário, também, que cuide desse tipo de atitude.

Dica para amenizar a ansiedade do seu cão

Caso o seu cachorrinho apresente sintomas de ansiedade, tente dar a ele brinquedos em que haja a interação. Ursinhos e roupas que tenham o seu cheiro também são ótimas pedidas para aqueles longos períodos longe do seu pet.

5. Cuide do seu cãozinho

Esteja atento quando o seu cãozinho apresentar algum problema com relação a alimentação.

Por fim, lembre-se que você é o tutor dele e é o seu dever cuidá-lo e protegê-lo. O seu cão vê em você um porto seguro. Não deixe de cumprir esse papel.

Além disso, o amor que eles nos oferecem recompensa todo e qualquer tipo de cuidado que tenhamos que ter com eles. Não esqueça que o seu bichinho estará com você nas horas boas e nas ruins. Não é à toa que o cachorro é visto como o melhor amigo do homem!

O que se deve saber sobre o banho e tosa?

por Handreza Hayran — publicado 12 ago 2019 - 9:45

banho do cachorro

O banho e tosa são essenciais. Se acaso você tem um animalzinho de estimação e deseja saber mais sobre o assunto, então acompanhe esse artigo e saiba mais sobre a prática, tão importante para o seu pet.

O banho e tosa é muito útil e importante. Isso porque todo o pet precisa de uma boa higiene para manter-se sempre limpo. Mas, é claro que nem sempre os donos têm tempo de fazê-lo em casa. Ou então, o animal apresenta uma quantia tão grande de pelos que fazer esse trabalho em casa pode ser algo difícil.

Aliás, esse trabalho não é tão simples quanto se pensa. Os profissionais que trabalham com esse tipo de serviço necessitam de capacitação. Por isso, não se engane em pensar que é apenas um banho e um simples aparo nos pelos.

O que se deve saber sobre o banho e tosa?

Para que você se sinta mais seguro, é extremamente importante que você saiba mais sobre o assunto. Assim, você não terá muitas preocupações sobre o assunto.

1. A frequência do banho e tosa de um cão é diferente ao de outro

filhote

Isso porque tudo depende da raça, do tipo de pelagem do seu cão e outros fatores. Por isso, não leve em consideração a frequência do banho e tosa de outro cachorro.

Além disso, apesar da higiene ser muito importante, ainda assim não dever ser feita demasiadamente. Se a higiene for feita de forma excessiva, o banho e tosa podem trazer problemas de saúde para o seu cãozinho, algo que você com certeza não quer.

Outro fator a ser levado em consideração é de que esse momento pode ser estressante ao seu animalzinho. Isso em razão de ele estar em um ambiente desconhecido e longe do seu amado dono. Este é outro motivo para que o banho e tosa não seja feito com muita frequência.

2. Não faça os serviços de banho e tosa em seu pet se você não souber como fazer

Lembre-se de que seus animais não são suas cobaias. E que, além disso, as pessoas responsáveis pelos banho e tosa em um estabelecimento específico pra isso possuem formação.

Aliás, um banho inadequado pode fazer mal a saúde do seu bichinho. Alguns animais apresentam alergias à certos produtos utilizados em banhos e tosas. O seu pode ser um desses, então todo o cuidado é pouco. Como dito anteriormente, um estabelecimento de banho e tosa tem um médico veterinário responsável, ele poderá ajudar o seu pet.

3. Os filhotes demandam mais cuidados quando se trata de banho e tosa

banho

Os primeiros banhos do seu animalzinho devem ser feitos em casa. Isso porque os filhotes têm mais medo e ficam mais estressados em um local diferente e estranho do que os adultos. Não é necessário sujeita-lo a isso em um primeiro momento.

Aliás, não comece a dar banhos em seu bichinho muito cedo. Espere que ele tenha, no mínimo, 2 meses completos. Assim, intoxicação ou alergia aos produtos usados serão menos graves caso ocorram.

Vale lembrar, inclusive, que para que ocorra o primeiro banho e tosa do seu filhote em um estabelecimento é inegavelmente necessário que ele esteja com as vacinas e o vermífugo em dia. Isso porque ele estará em contato com outros cães que, talvez, tenham algum tipo de doença.

4. Há uma série de cuidados a serem tomados pelo profissional responsável

Esses profissionais, que geralmente são chamados de auxiliar de veterinário ou de técnico veterinário, devem tomar uma serie de cuidados ao realizarem banhos em todos os animais. Usar luvas e mascaras, por exemplo, são cuidados essenciais e não devem ser esquecidos.

Além disso, ele não deve, em hipótese alguma, deixar um animal desassistido. Aliás, o local de banho e tosa deve estar devidamente limpo, bem como a gaiola em que o animal ficar.

E por falar em gaiola, não se deve colocar animais de famílias diferentes em uma mesma gaiola, nem mesmo deixar que o animal se seque nela. Para a secagem do animal o secador deve ser usado, mas com o cuidado adequado com a distância e o tempo adequados também.

5. Como procurar o banho e tosa ideal para os meus animais de estimação?

banho e tosa

  • Procure perguntar aos seus amigos e conhecidos sobre indicações de banho e tosa. Ou, se caso não for possível, pesquise na internet e veja o que as pessoas falam sobre os estabelecimentos. Um local mal falado na internet não deve ser opção em nenhum momento.
  • Procure fazer uma boa pesquisa a fim de saber sobre o lugar. Mesmo que seja possível fazer pelo celular, procure visitar o lugar com a desculpa de perguntar o preço. Desta forma, é possível que você conheça o estabelecimento e forme uma primeira impressão sobre o local.
  • Não se esqueça que é de extrema importância que você conheça e confie no local onde seus animais de estimação terão os serviços de banho e tosa. Afinal, não e trata apenas de um banho, mas sim de um cuidado de saúde.

Além disso, se caso você perceber que o banho e tosa em questão não respeitam as normas, procure a vigilância sanitária. Assim, você estará fazendo a sua parte e alertando, de forma indireta, aqueles donos desavisados que levam os animais lá.

6. Quantas vezes meu cachorro deve tomar banho?

cachorrionho

  • Tomar banho uma vez por mês funciona para a maioria dos cães.
  • Cães com uma pelagem oleosa, como Basset Hounds, podem precisar de banho com a frequência de 1 vez por semana.
  • Muitas raças de pelo curto com pelagem lisa, como Beagle e Weimaraners, se dão bem com banhos menos frequentes.
  • Raças com pelos repelentes de água , como Golden Retrievers e Great Pyrenees , devem ser banhadas com menos frequência, de modo a preservar seus óleos naturais.
  • Cães com pelos grossos e duplos, como o Samoiedas, Malamutes e outras raças, se dão melhor com menos banhos e muita escovação extra, que se livra de pelos soltos e mortos e ajuda a distribuir óleos naturais.

O cuidado com o animal de estimação é essencial

cachorro

No momento em que você decide ter um animal de estimação, você está, portanto, assumindo compromissos. Os animais são como crianças. Eles merecem atenção, cuidado, banho e todo amor.

Não adote um animal se você, de fato, não estiver pronto para isso. E se caso estiver, tenha em mente que haverá gastos com os cuidados a serem feitos. Mas, saiba que esses gastos e cuidados são recompensados com o amor que eles têm a oferecer.