Ter ou não um cão em casa? Escolha pode ser influenciada pela genética

por Rodrigo Amar — publicado 5 jul 2019 - 9:45

Você já pensou em ter ou não um cão em casa? Provavelmente, essa questão já deve ter passado pela sua cabeça. No entanto, a resposta final pode ter a ver com muito mais do que a sua empolgação, disponibilidade e moradia. A explicação, de acordo com a ciência, pode estar relacionada com os seus genes.

Não entendeu? Uma pesquisa efetuada por cientistas ingleses e suecos e divulgada pelo jornal Scientific Reports apontou que os genes influenciam na resolução de contar com ou não com um bichinho de estimação.

O estudo indicou que a constituição genética interfere em decisões complexas, como adotar um pet. Isso significa que as pessoas possuem possibilidades distintas de desejar ou não a companhia de um amiguinho de quatro patas.

Para comprovar essa afirmação, os cientistas cruzaram dois bancos de dados realmente variados. Em uma parte, os pesquisadores contavam com dados de 35 mil pares de gêmeos do registro nacional da Suécia. Do outro lado, as informações de registro de cachorros do mesmo país. Isso porque a maioria dos cães de estimação faz parte do banco de dados governamental.

O resultado foi que, em mais de 50% dos casos, a genética interfere no desejo de ter ou não um cão em casa. Um elemento hereditário nos genes humanos que, de certo modo, deve ter sido desenvolvido no decorrer de séculos e séculos de evolução.

Afinal, os cachorros possuem um vinculo intimo com os seres humanos há cerca de 15 mil anos. Por isso, eles são vistos como a primeira espécie a ser genuinamente domesticada pelo homem.

Interferência da genética para ter ou não um cão em casa

De acordo com os pesquisadores, a descoberta pode ter implicações relevantes em diversos campos relacionados ao entendimento do relacionamento entre cão e homem ao longo da história. Mesmo que ter ou não cães em casa seja algo normal em todo o planeta nos dias de hoje, se sabe muito pouco sobre como esse contato afeta a vida cotidiana.

A partir deste estudo, já há a percepção que algumas pessoas contam com uma vontade inata superior a cuidar de um bichinho de estimação do que outras. As avaliações com os tutores registrados  mostraram provas contundentes disto. Ou seja, a opção por zelar por um animal depende moderadamente dos genes. Sim, o material herdado dos pais.

Ter ou não um cão em casa

De acordo com informações da Universidade de Liverpool, no Reino Unido, o estudo pode ser um divisor de águas. A partir dai, se tornaria mais simples entender as vantagens obtidas por alguns seres humanos no convívio diário com bichinhos.

Isso porque os resultados mostram que algumas vantagens para a saúde de ter um cão por perto, apresentadas em outros estudos, podem ser esclarecidas pelas distinções genéticas entre as pessoas. Ou seja, a pesquisa em parceria entre pesquisadores do Reino Unido e Suécia pode determinar que cada relação entre cão e humano desencadeia reações específicas.

Método do estudo

Usar gêmeos como ponto de partida de estudos genéticos é uma técnica muito recorrente na ciência. Especialmente quando se tem o intuito de entender as distinções de biologia e comportamento. No caso da pesquisa sobre a vontade em ter ou não um cão em casa, os especialistas tomaram um cuidado a mais.

Afinal, os pesquisadores tiveram a cautela de comparar fatores e ações tanto de gêmeos idênticos – aqueles que compartilham o genoma por inteiro – quanto com os não-idênticos – que possuem variação genética entre si.

Ao avaliar cada par, vasculhando quais combinavam no fato de ter ou não um cão em casa, as informações catalogadas indicaram como os genes podem influenciar significativamente nessa opção de vida. Assim, os cientistas encontraram índices de concordância de posse de animais muito superiores em gêmeos idênticos do que em não idênticos.

Esse dado serviu para comprovar o pensamento que a genética tem esse poder de decisão. No entanto, esse tipo de pesquisa não pode apresentar quais são os genes relacionados. Ao menos, o trabalho mostra, pela primeira vez, que o material genético e o ambiente possuem papeis semelhantes na resolução pelo contato com cães.

Ter ou não um cão em casa

O estudo foi limitado a posse de cachorros. Isso porque não há informações detalhadas sobre outras espécies de estimação, como gatos ou pássaros, nas fontes publicas da Suécia. Pela grande quantidade de dados confiáveis e a disposição, os cientistas se focaram no estudo com cachorros.

Por causa disto, os cientistas reforçam que essa tendência genética tende a impactar somente em ter ou não um cão em casa. Afinal, os pesquisadores não puderam aplicar o mesmo trabalho com outros animais. Portanto, os resultados ficam restritos ao contato entre seres humanos e cachorros.

Novas possibilidades

No entanto, os cientistas envolvidos na tarefa já estão pensando em dar o próximo passo. A ação seguinte será desvendar quais variantes genéticas a partir desse fato. Isso quer dizer: como esses genes interagem com a personalidade e outros elementos individuais.

Os pesquisadores creem que pode estar no mesmo arranjo genético o esclarecimento sobre por que alguns contam com mais capacidade de interagir com os animais do que outros. Sendo assim, a pesquisa futura teria condição até de explicar porque um individuo sente medo de cachorro e outro não.

Possivelmente, essa combinação genética é mais complexa. E pode ter variações que atingem fenótipos como alergias a animais e diversos traços de personalidade. A expectativa da equipe de pesquisadores é realizar um estudo de genética molecular para descobrir ainda mais.

Essas pesquisas podem se tornar uma das chaves até para entender um pouco melhor a relação forte e genuína entre humanos e cães. Anos de estudos arqueológicos auxiliaram a elaborar uma base de onde e quando os cachorros entraram definitivamente na rotina humana.

Só que os dados genéticos modernos podem oportunizar explorar diretamente o motivo e como tudo aconteceu. No fim das contas, a pesquisa pode ajudar a desvendar quando o primeiro ser humano questionou se deveria ter ou não um cão em casa. E como achou que o bichinho se tornaria o seu melhor amigo. Centenas de anos depois, a ideia segue corretíssima.

Meu cachorro não quer comer! O que fazer?

por Handreza Hayran — publicado 12 ago 2019 - 9:45

cuidar do cachorro

Meu cachorro não quer comer. E agora? Essa é uma pergunta muito comum pra quem tem um cachorrinho em casa. Mas fique tranquilo se acaso esse comportamento acontecer apenas de forma eventual. Contudo, se o seu cachorro não estiver querendo comer há alguns dias, ligue o sinal de alerta. A falta de apetite, no entanto, pode indicar alguma doença.

De fato, a falta de apetite do seu cão pode apresentar uma série de causas.

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O que se deve saber sobre o banho e tosa?

por Handreza Hayran — publicado 12 ago 2019 - 9:45

banho do cachorro

O banho e tosa são essenciais. Se acaso você tem um animalzinho de estimação e deseja saber mais sobre o assunto, então acompanhe esse artigo e saiba mais sobre a prática, tão importante para o seu pet.

O banho e tosa é muito útil e importante. Isso porque todo o pet precisa de uma boa higiene para manter-se sempre limpo. Mas, é claro que nem sempre os donos têm tempo de fazê-lo em casa.

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Cachorros fofos: Conheça os mais famosos

por Handreza Hayran — publicado 11 ago 2019 - 9:45

Filhote branco da raça Samoieda representa cães no verão

Quem gosta de animais de estimação certamente sabe que é difícil resistir a um cãozinho fofo. Aliás, eles não são apenas cachorros fofos, eles ajudam os humanos em diversas tarefas.

Hoje em dia podemos encontrar cães que participam de operações policiais, sobretudo em resgates, tratamentos e muito mais. Aliás, temos os cães guias, que fazem um trabalho muito importante. Que tal conhecer os cachorros fofos mais amados do mundo?

Raças de cachorros fofos

Antes de mais nada,

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Meu cachorro não quer comer! O que fazer?

por Handreza Hayran — publicado 12 ago 2019 - 9:45

cuidar do cachorro

Meu cachorro não quer comer. E agora? Essa é uma pergunta muito comum pra quem tem um cachorrinho em casa. Mas fique tranquilo se acaso esse comportamento acontecer apenas de forma eventual. Contudo, se o seu cachorro não estiver querendo comer há alguns dias, ligue o sinal de alerta. A falta de apetite, no entanto, pode indicar alguma doença.

De fato, a falta de apetite do seu cão pode apresentar uma série de causas. Pode ser que ele apenas não goste da ração em questão ou então esteja ruim do estômago. No entanto, ela deixa de ser normal quando ultrapassa 2 dias de duração.

1. Por que meu cachorro não quer comer?

O que responde a sua pergunta “por que o meu cachorro não quer comer” são diversas hipóteses. Algumas delas são:

Seu cãozinho pode estar enjoado da mesma ração

ração

Foto: Freepik

Assim como nós, os cães também enjoam de comer a mesma comida de sempre. Portanto, para solucionar esse problema, experimente trocar a ração por outra semelhante e alimente-o, também, com petiscos, legumes e frutas.

Mas, atenção: não é porque o seu bichinho está enjoado da ração que você deve dar comidas que não são indicadas para ele. Todavia, chocolate e comidas com muito sal e tempero não são nada indicadas, certo? Lembre-se que elas prejudicam a saúde do seu animal.

Houve algum tipo de mudança na rotina do seu cão

cachorro não quer comer

Foto: Freepik

Os cães são muito influenciados, sobretudo, pelo que acontece ao seu redor. Por isso, mudanças na rotina, como a mudança de residência, a estadia em uma casa diferente ou um hotel, ficar longe dos donos e muitas outras podem interferir no apetite do cão.

Aliás, perder alguém querido, humano ou animal, também faz com que o apetite do seu cão seja perdido. Isso porque, assim como nós, os animais sofrem. Com isso, apresentam mudanças, assim como qualquer outro ser com sentimentos.

Outra coisa que influencia é a mudança da temperatura. Oscilações de temperatura, ou seja, momentos de calor ou frio em excesso, fazem com que o cachorro perca o apetite. Avalie, então, se essas não são as respostas para a pergunta: “por que meu cachorro não quer comer?”. Nesses casos, não se preocupe que a falta de apetite do seu cãozinho durará no máximo 1 dia.

No entanto, se durar mais, procure um veterinário. Especialmente se essa falta de apetite vier depois de uma perda. Desse modo, seu cão pode desenvolver depressão.

Quando o cachorro não quer comer ele pode tá com problema de saúde

cachorrinho

Foto: Freepik

A falta de apetite do seu cão também pode ser em virtude de alguma doença. Surpreendentemente, há uma série de problemas de saúde que apresentam esse como um dos sintomas. No entanto, não se preocupe, se essa for a causa, o seu cachorro irá negar todo e qualquer tipo de comida.

Além disso, dores de dente também podem afetar o seu cãozinho. E não é só nos humanos que esse tipo de dor é um verdadeiro incomodo, viu? Uma dor de dente canina pode fazer com que seu bichinho tenha dificuldades na mastigação e, em consequência disso, não conseguir comer.

Nesses casos, a melhor escolha é, sem dúvida, levar o seu animalzinho a um médico veterinário para ser examinado. Somente um veterinário poderá passar a medicação e os cuidados corretos, independentemente do problema de saúde do seu animal.

2. Os cães de porte pequeno não devem ficar muito tempo sem comer

Não apenas os cachorros de raças toy, como o pinscher ou o chihuahua, como também os filhotes, apresentam pouca reserva de gordura no corpo. Por isso, no caso de ficarem mais de 12 horas sem ingerir algum alimento, eles têm mais facilidade e probabilidade de sofrer hipoglicemia.

3. O que eu faço quando o meu cachorro não quer comer?

cachorro

Foto: Freepik

Quando o seu cachorro não quiser comer, experimente oferecer a ele pedaços magros de carne de frango ou carne. A partir disso, você poderá perceber, de fato, se é apenas insatisfação com os alimentos ou algo a mais.

No entanto, se caso o seu cão estiver com dores de dente ou dificuldades de mastigação, ofereça a ele papinha de bebê que tenham a carne em sua composição. Se você não tiver a papinha a sua disposição, adicione caldo de frango ou água morna nos alimentos secos, como a ração.

Tente oferecer a comida na mão. Alguns só ingerem algum alimento quando estão doentes desta maneira. Aliás, tente alimentos que tenham um bom cheiro ou aqueles produtos enlatados que são feitos especialmente para cães.

4. Dicas para manter o seu cachorro com uma boa alimentação

ansiedade de separação

Foto: Freepik

Se caso você não esteja se perguntando “meu cachorro não quer comer, o que fazer?”, mas deseja manter o apetite do seu cão e prevenir algum tipo de problema, certifique-se de que a saúde do seu pet está em dia.

Além disso, veja se ele não sofre de ansiedade. Pois, cães com ansiedade também podem sofrer com problemas de apetite. Esses problemas de ansiedade podem acontecer, sobretudo, quando o cachorro fica sozinho em casa por um longo período.

A ansiedade é desenvolvida quando eles ficam esperando por um dos donos chegar de forma quase que obsessiva, chorando e latindo para tentar chamar a atenção de alguém e, em consequência, você volte por isso. É necessário, também, que cuide desse tipo de atitude.

Dica para amenizar a ansiedade do seu cão

Caso o seu cachorrinho apresente sintomas de ansiedade, tente dar a ele brinquedos em que haja a interação. Ursinhos e roupas que tenham o seu cheiro também são ótimas pedidas para aqueles longos períodos longe do seu pet.

5. Cuide do seu cãozinho

Esteja atento quando o seu cãozinho apresentar algum problema com relação a alimentação.

Por fim, lembre-se que você é o tutor dele e é o seu dever cuidá-lo e protegê-lo. O seu cão vê em você um porto seguro. Não deixe de cumprir esse papel.

Além disso, o amor que eles nos oferecem recompensa todo e qualquer tipo de cuidado que tenhamos que ter com eles. Não esqueça que o seu bichinho estará com você nas horas boas e nas ruins. Não é à toa que o cachorro é visto como o melhor amigo do homem!

O que se deve saber sobre o banho e tosa?

por Handreza Hayran — publicado 12 ago 2019 - 9:45

banho do cachorro

O banho e tosa são essenciais. Se acaso você tem um animalzinho de estimação e deseja saber mais sobre o assunto, então acompanhe esse artigo e saiba mais sobre a prática, tão importante para o seu pet.

O banho e tosa é muito útil e importante. Isso porque todo o pet precisa de uma boa higiene para manter-se sempre limpo. Mas, é claro que nem sempre os donos têm tempo de fazê-lo em casa. Ou então, o animal apresenta uma quantia tão grande de pelos que fazer esse trabalho em casa pode ser algo difícil.

Aliás, esse trabalho não é tão simples quanto se pensa. Os profissionais que trabalham com esse tipo de serviço necessitam de capacitação. Por isso, não se engane em pensar que é apenas um banho e um simples aparo nos pelos.

O que se deve saber sobre o banho e tosa?

Para que você se sinta mais seguro, é extremamente importante que você saiba mais sobre o assunto. Assim, você não terá muitas preocupações sobre o assunto.

1. A frequência do banho e tosa de um cão é diferente ao de outro

filhote

Isso porque tudo depende da raça, do tipo de pelagem do seu cão e outros fatores. Por isso, não leve em consideração a frequência do banho e tosa de outro cachorro.

Além disso, apesar da higiene ser muito importante, ainda assim não dever ser feita demasiadamente. Se a higiene for feita de forma excessiva, o banho e tosa podem trazer problemas de saúde para o seu cãozinho, algo que você com certeza não quer.

Outro fator a ser levado em consideração é de que esse momento pode ser estressante ao seu animalzinho. Isso em razão de ele estar em um ambiente desconhecido e longe do seu amado dono. Este é outro motivo para que o banho e tosa não seja feito com muita frequência.

2. Não faça os serviços de banho e tosa em seu pet se você não souber como fazer

Lembre-se de que seus animais não são suas cobaias. E que, além disso, as pessoas responsáveis pelos banho e tosa em um estabelecimento específico pra isso possuem formação.

Aliás, um banho inadequado pode fazer mal a saúde do seu bichinho. Alguns animais apresentam alergias à certos produtos utilizados em banhos e tosas. O seu pode ser um desses, então todo o cuidado é pouco. Como dito anteriormente, um estabelecimento de banho e tosa tem um médico veterinário responsável, ele poderá ajudar o seu pet.

3. Os filhotes demandam mais cuidados quando se trata de banho e tosa

banho

Os primeiros banhos do seu animalzinho devem ser feitos em casa. Isso porque os filhotes têm mais medo e ficam mais estressados em um local diferente e estranho do que os adultos. Não é necessário sujeita-lo a isso em um primeiro momento.

Aliás, não comece a dar banhos em seu bichinho muito cedo. Espere que ele tenha, no mínimo, 2 meses completos. Assim, intoxicação ou alergia aos produtos usados serão menos graves caso ocorram.

Vale lembrar, inclusive, que para que ocorra o primeiro banho e tosa do seu filhote em um estabelecimento é inegavelmente necessário que ele esteja com as vacinas e o vermífugo em dia. Isso porque ele estará em contato com outros cães que, talvez, tenham algum tipo de doença.

4. Há uma série de cuidados a serem tomados pelo profissional responsável

Esses profissionais, que geralmente são chamados de auxiliar de veterinário ou de técnico veterinário, devem tomar uma serie de cuidados ao realizarem banhos em todos os animais. Usar luvas e mascaras, por exemplo, são cuidados essenciais e não devem ser esquecidos.

Além disso, ele não deve, em hipótese alguma, deixar um animal desassistido. Aliás, o local de banho e tosa deve estar devidamente limpo, bem como a gaiola em que o animal ficar.

E por falar em gaiola, não se deve colocar animais de famílias diferentes em uma mesma gaiola, nem mesmo deixar que o animal se seque nela. Para a secagem do animal o secador deve ser usado, mas com o cuidado adequado com a distância e o tempo adequados também.

5. Como procurar o banho e tosa ideal para os meus animais de estimação?

banho e tosa

  • Procure perguntar aos seus amigos e conhecidos sobre indicações de banho e tosa. Ou, se caso não for possível, pesquise na internet e veja o que as pessoas falam sobre os estabelecimentos. Um local mal falado na internet não deve ser opção em nenhum momento.
  • Procure fazer uma boa pesquisa a fim de saber sobre o lugar. Mesmo que seja possível fazer pelo celular, procure visitar o lugar com a desculpa de perguntar o preço. Desta forma, é possível que você conheça o estabelecimento e forme uma primeira impressão sobre o local.
  • Não se esqueça que é de extrema importância que você conheça e confie no local onde seus animais de estimação terão os serviços de banho e tosa. Afinal, não e trata apenas de um banho, mas sim de um cuidado de saúde.

Além disso, se caso você perceber que o banho e tosa em questão não respeitam as normas, procure a vigilância sanitária. Assim, você estará fazendo a sua parte e alertando, de forma indireta, aqueles donos desavisados que levam os animais lá.

6. Quantas vezes meu cachorro deve tomar banho?

cachorrionho

  • Tomar banho uma vez por mês funciona para a maioria dos cães.
  • Cães com uma pelagem oleosa, como Basset Hounds, podem precisar de banho com a frequência de 1 vez por semana.
  • Muitas raças de pelo curto com pelagem lisa, como Beagle e Weimaraners, se dão bem com banhos menos frequentes.
  • Raças com pelos repelentes de água , como Golden Retrievers e Great Pyrenees , devem ser banhadas com menos frequência, de modo a preservar seus óleos naturais.
  • Cães com pelos grossos e duplos, como o Samoiedas, Malamutes e outras raças, se dão melhor com menos banhos e muita escovação extra, que se livra de pelos soltos e mortos e ajuda a distribuir óleos naturais.

O cuidado com o animal de estimação é essencial

cachorro

No momento em que você decide ter um animal de estimação, você está, portanto, assumindo compromissos. Os animais são como crianças. Eles merecem atenção, cuidado, banho e todo amor.

Não adote um animal se você, de fato, não estiver pronto para isso. E se caso estiver, tenha em mente que haverá gastos com os cuidados a serem feitos. Mas, saiba que esses gastos e cuidados são recompensados com o amor que eles têm a oferecer.