Caminha moderna e estilosa para cães

Criada por uma empresa coreana, ela tem traços que imitam uma casinha.

por Karina Sakita — publicado 6 ago 2015 - 20:26

Parece a estrutura de uma casa em construção, mas é uma moderna caminha de cachorro.

Com design criativo e cores fortes, a estilosa casinha foi criada por uma empresa coreana.

Suas medidas são 54 x 41 x 8 centímetros. E é possível escolher entre 4 estampas de almofada.

Para saber mais clique aqui.

 

Uma caminha moderna. (Foto: Divulgação / STAYSTAY)

Uma caminha moderna. (Foto: Divulgação / STAYSTAY)

 

A estrutura é de uma casinha. (Foto: Divulgação / STAYSTAY)

A estrutura é de uma casinha. (Foto: Divulgação / STAYSTAY)

 

Feita de madeira. (Foto: Divulgação / STAYSTAY)

Feita de madeira. (Foto: Divulgação / STAYSTAY)

 

Opções de almofada. (Foto: Divulgação / STAYSTAY)

Opções de almofada. (Foto: Divulgação / STAYSTAY)

 

Dingo: 11 fatos sobre o cachorro selvagem australiano

por Handreza Hayran — publicado 6 set 2019 - 9:45

dingo

É muito provável que você nunca tenha ouvido falar no Dingo. Isso porque ele é o cão selvagem australiano e, as pessoas são acostumadas apenas a ver os cães domesticados.

O Dingo é um cão australiano selvagem que pesa entre 13 e 20 quilos, distribuídos em um corpo esbelto de aproximadamente 55 centímetros de altura. Entretanto já foram relatados alguns cães machos com mais de 35 quilos. Então esse pode ser considerado um animal de porte grande.

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Levar o cachorro para praia – Dicas para fazer corretamente

por Camila Da Silva — publicado 5 set 2019 - 9:45

levar o cachorro para praia

Para levar o cachorro para praia, uma série de recomendações são necessárias. É claro que queremos ter nosso animal sempre por perto e, claro, fazê-los feliz saindo da rotina. No entanto, é preciso tomar cuidado para que problemas maiores não surjam. Por isso, antes mesmo de dar aquela volta no litoral, veja algumas dicas para fazer da forma certa!

Levar o cachorro para praia

A praia é um ambiente público. Diversas pessoas podem ocupar um espaço ou transitar livremente pela areia.

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Vira-lata – Por que adotar um?

por Camila Da Silva — publicado 5 set 2019 - 9:45

vira-lata

O cão vira-lata é um dos mais conhecidos do Brasil. Dificilmente se encontrará um cão semelhante em outro lugar do mundo, pois as combinações nem sempre serão iguais. Desta forma, adotar estes animais é muito mais do que uma questão de gosto pessoal. Certamente você estará proporcionando uma vida muito melhor para eles! Acompanhe e entenda.

Vira-lata

O cão vira-lata é conhecido por ser o xodó do brasileiro. Ele é encontrado em diversas regiões do país e muitas vezes em condições nada positivas.

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Dingo: 11 fatos sobre o cachorro selvagem australiano

por Handreza Hayran — publicado 6 set 2019 - 9:45

dingo

É muito provável que você nunca tenha ouvido falar no Dingo. Isso porque ele é o cão selvagem australiano e, as pessoas são acostumadas apenas a ver os cães domesticados.

O Dingo é um cão australiano selvagem que pesa entre 13 e 20 quilos, distribuídos em um corpo esbelto de aproximadamente 55 centímetros de altura. Entretanto já foram relatados alguns cães machos com mais de 35 quilos. Então esse pode ser considerado um animal de porte grande.

Esses cães ocupam diferentes habitats na Austrália. Então podem ser vistos em locais de montanha, florestas tropicais e até em desertos.

Dingo o cão selvagem

dingo

Foto: Freepik

Os Dingos tem uma alimentação bastante diversificada, podendo consumir desde insetos até búfalos. Então eles são considerados os maiores predadores terrestres da Austrália.

Apesar de serem lindos, fofos e se assemelharem muito aos cães domésticos, esses animais vivem em matilhas e são caçadores. Então eles são muito selvagens e não devem ser domesticados. Dessa forma é preciso manter distância deles.

Embora sejam considerados cães, os Dingo são uma subespécie do lobo cinzento. Mas ainda há muitas divergências de opiniões quando se trata da classificação taxonômica desses animais.

Por fim, o que se sabe de fato é que eles realmente são selvagens. Inclusive existem muitos relatos da polícia de ataques realizados por esses cachorros. Mas lembre-se de que eles não são maus. Apenas precisam ter seus hábitos e espaços respeitados pelo ser humano.

 Os Dingos estão sob ameaça de extinção

dingo

Foto: Pixabay

Assim como foi descrito anteriormente, os Dingo são caçadores. Então eles comem o gado. Consequentemente para evitar as perdas no rebanho, os criadores acabam matando os cães. Além disso, agricultores também abatem esses animais por causa de ataques às plantações. Então a população de cães selvagens vem reduzindo, podendo até mesmo ser extinta.

Por outro lado os cruzamentos realizados entre Dingos e cães domésticos estão alterando a composição gênica desses selvagens. Então os Dingos puros estão cada vez menos numerosos.

Mas para que esses cães possam ser preservados, é preciso que as pessoas os conheçam muito bem. Então aqui você pode encontrar 11 fatos sobre o Dingo que te ajudarão a compreendê-los melhor.

1. Até hoje não se sabe a origem do dingo

dingo

Foto: Pixabay

Primeiramente o Dingo não é exatamente uma raça de cão. Eles na verdade são uma subespécie de lobo. Mas até o momento não se tem a certeza se o Canis lupus dingo foi ou não completamente domesticado.

Existe a hipótese de que esses cães teriam sido animais de estimação, mas posteriormente teriam sido abandonados. Então a partir daí esses animais teriam voltado ao seu estado selvagem devido à necessidade de luta pela sobrevivência.

Supõe-se que viajantes do Sudeste Asiático que passavam pela Austrália abandonaram os animais domesticados por volta de 4000 anos atrás. Então deixados para sobreviverem por conta própria esses cães recorriam aos seus instintos de lobo e acabaram prosperando. Alguns deles se uniram à tribos aborígenes, mas não eram cães de estimação.

2. Eles são considerados pragas

dingo

Foto: Pixabay

Com a necessidade de sobrevivência, os Dingos começaram a predar animais diversos. Assim se tornaram os maiores predadores terrestres da Austrália.

Mas por essa característica de predação, esses cães passaram a atacar os rebanhos de fazendeiros. Então a partir daí eles passaram a ser grandes inimigos dos homens. Dessa forma enquanto a maior parte dos cães são considerados amigos do homem, os Dingos são considerados pragas.

3. A maior barreira do mundo foi construída para manter Dingos afastados

dingo

Foto: Pixabay

Pelo desespero de terem seus rebanhos predados por cães selvagens, os fazendeiros do sudeste da Austrália construíram uma cerca. Assim ela serviria como barreira física para manter os cães afastados.

Essa cerca é uma estrutura enorme, sendo a maior cerca do mundo. Apesar de ter um custo de manutenção de 10 milhões de dólares ao ano, ela é efetiva para manter os cães longe dos rebanhos.

4. Há diferentes tipos de Dingo

dingo

Foto: Pixabay

A diversidade climática australiana provavelmente provocou o desenvolvimento de diversos tipos de Dingo.

Por exemplo os dingos existentes no deserto são vermelhos, amarelos ou dourados. Por outro lado os dingos alpinos são cor creme. Por fim os dingos do norte são mais magros e não têm a pelagem dupla existente nos outros dois tipos.

5. Algumas pessoas os mantém como animais de estimação

Existem pessoas que não apreciam a ideia de ter um animal selvagem em casa. Mas outras acham incrível a sensação de ter a companhia de um cão não domesticado.

Apesar de serem selvagens, esses cães se assemelham bastante aos animais domésticos, podendo até mesmo ser levados à um passeio no parque apenas presos à uma coleira.

Porém existe um grande risco em manter um desses animais em casa. Isso porque além de terem reações imprevisíveis, eles são bastante sensíveis à modificações ambientais. Então podem se entediar, entristecer e até mesmo adoecer se estiverem fora do habitat natural, bem como longe da matilha.

6. Em alguns locais é ilegal manter esses cães

Existem locais na Austrália onde é permitido ter um Dingo, como em Nova Gales do Sul e Austrália Ocidental, por exemplo. Por outro lado é necessário possuir uma emissão especial para ter um cão desses em lugares como Victoria e o Território do Norte. Por fim na Tasmânia, em Queensland e na Austrália do Sul é totalmente proibido ter um cão selvagem.

7. Alguns cães são descendentes de Dingos

dingo

Foto: Pixabay

Apesar de serem cães selvagens, os Dingos podem se misturar e se relacionar com outros cães nativos da Austrália. Então ocorrem diversos cruzamentos entre os selvagens e outros cães.

Sendo assim é possível encontrar muitas semelhanças genéticas entre Dingos e outros cães. Além disso, criadores começaram a utilizar Dingos em trabalhos junto com outros cães, o que facilitou a ocorrência de cruzamentos.

8. Dingo pode ter muitas habilidades

Esses cães possuem uma visão excelente. Além disso eles são capazes de girar suas cabeças em até 180 graus. Então para você ter uma ideia o máximo atingido por uma coruja é de 270 graus. Por outro lado, o ser humano consegue fazer um giro de no máximo 70 graus.

9. Seus pulsos giratórios são bastante úteis

Da mesma forma como ocorre com os humanos, os dingos possuem pulsos que giram. Então eles conseguem utilizar suas patas como se fossem mãos para agarrar a presa. Além disso essa capacidade os ajuda a subir em árvores, abrir portas e chegar onde a maior parte dos cães não chega. Então isso pode ser bastante ruim para os fazendeiros que desejam manter esses animais longe de seus rebanhos.

10. O Dingo não late muito

dingo

Foto: Pixabay

Diferentemente dos cães domésticos comuns, os dingos geralmente são bastante silenciosos. Entretanto eles podem emitir ruídos e uivos frequentes.

11. Eles vivem mais tempo no cativeiro

Em seu habitat natural um cão Dingo vive entre 5 e 10 anos, mas em cativeiro sua expectativa de vida gira em torno de 18 ou 20 anos. Então isso impressiona bastante, visto que a maior parte dos cães domésticos não vive isso.

Dessa forma você pode perceber que os Dingos são cães selvagens cheios de habilidades. Mas por se alimentarem das plantações e animais de rebanhos, estão sendo predados pelo ser humano. Assim o Dingo está ameaçado de extinção.

Então é preciso preservar esses animais. Eles devem ser ajudados em seu habitat natural e jamais devem ser domesticados.

Levar o cachorro para praia – Dicas para fazer corretamente

por Camila Da Silva — publicado 5 set 2019 - 9:45

levar o cachorro para praia

Para levar o cachorro para praia, uma série de recomendações são necessárias. É claro que queremos ter nosso animal sempre por perto e, claro, fazê-los feliz saindo da rotina. No entanto, é preciso tomar cuidado para que problemas maiores não surjam. Por isso, antes mesmo de dar aquela volta no litoral, veja algumas dicas para fazer da forma certa!

Levar o cachorro para praia

A praia é um ambiente público. Diversas pessoas podem ocupar um espaço ou transitar livremente pela areia. Mas, será que os cães também podem? Depende. Há lugares que proíbem e há lugares que permitem. Levando em consideração os que permitem, isto não significa que está tudo liberado. Muito pelo contrário!

Levar o cachorro para praia muitas vezes é uma questão de bom senso. Há outras pessoas naquele espaço e você deve  considerar o fato de que elas podem não gostar da presença de animais. Por isso, tenha empatia e coloque-se no lugar delas para tomar atitudes corretas e educadas. Separamos uma lista de itens para levar em consideração. Acompanhe.

Dicas para levar o cachorro para praia

Foto: Freepik

O veterinário é indispensável

O primeiro passo para levar o cachorro para praia, é consultar-se com um veterinário. Assim sendo, manter a saúde do animal em dia não é só benéfico para ele, como também garantirá que a praia não fique contaminada com alguma bactéria ou vírus que o animal possa ter.

E o contrário também é válido: manter o cachorro imune a contração de doenças que outros cachorros deixaram no litoral! Há uma série de benefícios em levar o animal em um veterinário. Portanto, não hesite em fazê-lo!

Mantenha a higiene da praia

Esta é uma daquelas dicas que vale não só para praia, mas para vida. Manter a higiene do local que você levar seu cachorro é uma das suas tarefas obrigatórias. Portanto, tenha sempre saquinhos plásticos para limpar qualquer sujeira que o cão possa fazer e de preferência mantenha-o longe das outras pessoas. Leve sempre em consideração o exercício de empatia!

A praia é um local público e que precisa ser respeitado, assim como qualquer outro lugar da cidade. Manter organizado e limpo é o mínimo que você poderá fazer. Além de que isso ajudará a conter bactérias, o que é positivo para todos.

levar o cachorro para praia

Foto: Freepik

Levar o cachorro para praia exige identificação do animal

A praia muitas vezes pode ser um local cheio. Assim sendo, se você levar o seu cão para passear no litoral, certifique-se de identificá-lo com tipos de coleiras que sejam propícios para isso.

Além do nome, é importante ter um contato seu para quem o encontre possa rapidamente falar com você. Desta forma você protege seu cãozinho!

Não confie nos dotes de natação do seu cachorro

É claro que a natação muitas vezes é instintiva nos cães. Entretanto, não podemos confiar nisso. Se você levar o cachorro para praia e ele demonstrar interesse em entrar no mar, é importante tomar conta para que ele não se afogue. Principalmente se for a primeira vez dele!

Assim sendo, não podemos confiar que o cão sairá nadando como se fizesse isso há anos. Portanto, cuidado!

Veja também este artigo: Você sabia que nem toda a raça de cachorro pode nadar?

levar o cachorro para praia

Foto: Freepik

Evite que o animal beba água salgada

A água salgada já não é propícia para o ser humano beber. E para os cães, menos ainda. Geralmente eles poderão ter problemas estomacais e de digestão caso haja o consumo em excesso de água salgada. É importante entender que a curiosidade do animal poderá fazê-lo cometer erros. E é sua responsabilidade cuidar do animal de maneira responsável.

Levar o cachorro para praia exige protetor solar

Você sabia que existe protetor solar para cachorro? Este é um recurso que, quando você levar o cachorro para praia, precisa ser utilizado. Afinal, proteger a pele dos bichos é tão importante quando proteger a nossa. Você poderá passar principalmente na região das orelhas e focinho, onde a incidência do sol é mais forte na derme.

Assim sendo, compre sempre produtos indicado para uso animal. Produtos para uso em humanos poderão causar sérios problemas no cão. Muita atenção!

família com o cão no litoral

Foto: Freepik

Cuidado com a areia quente

Além do protetor solar, é importante tomar cuidado com a areia quente. Da mesma forma que pode queimar a sola dos nossos pés, poderá queimar a patinha dos cães. Assim sendo, caminhe sempre em locais frescos e de preferência não deixe o cão andar sozinho por locais que ele possa se machucar. Boa praia!