Cão Marujo: mascote de clube catarinense vira estrela para arrecadar ração

por Rodrigo Amar — publicado 11 maio 2019 - 9:45

O Brasil é o país do futebol. A famosa pátria de chuteiras. A paixão nacional é praticada por cerca de 30 milhões de pessoas, de acordo com o Atlas do Esporte no Brasil, a pesquisa mais completa realizada até hoje. Deste montante, há atletas de fim de semana e jogadores profissionais. Afinal, o Brasil conta com mais de cinco mil clubes de futebol. Em um destes times, o Cão Marujo é a grande mascote.

Afinal, toda equipe de futebol de respeito precisa ter uma mascote para chamar de sua. Se há 30.413.206 praticantes nacionais e cerca de 265 milhões ao redor do planeta, o Cão Marujo representa  algumas dezenas em Santa Catarina. Isso porque o cachorrinho se transformou em uma das principais atrações do Marcílio Dias desde o ano passado.

Entenda a história do Cão Marujo

É bastante comum que cachorros desfilem pelos estádios brasileiros e sul-americanos. Quem nunca se divertiu com a cena de algum bichinho interrompendo jogos até da principal competição da América do Sul? Com jogos espalhados em diversos países, a Libertadores costuma reservar algumas cenas engraçadas envolvendo árbitros, atletas e cães.

No entanto, o cachorrinho do Marcílio Dias não chegou a invadir o gramado. Ele começou a frequentar o Estádio Doutor Hercílio Luz desde 2018. O estádio, também chamado de Gigantão das Avenidas por estar entre duas avenidas no Centro de Itajaí, virou a casa do bichinho.

Com a permanência do bichinho, ele foi adotou e se tornou mascote oficial da equipe. Portanto, o nome “Cão Marujo” se deve a uma homenagem ao Marinheiro. A partir daí, mascotinho de quatro patas passou a assistir a todos os treinos e as partidas em casa do time catarinense.

Cão Marujo vira garoto-propaganda

O Marcílio Dias resolveu utilizar toda a fama conquistada pelo Cão Marujo para o bem. A equipe de Santa Catarina realizou um trabalho em conjunto com três ONGs: ONGs SOS Peludinhos, Viva Bicho e Amor Animal. O intuito da boa ação foi incentivar a doação de ração para os animais.

Cão Marujo

Cão Marujo se tornou um dos símbolos do Marcílio Dias

Os torcedores que abraçaram a ideia puderam ajudar levando o alimento no confronto diante da Chapecoense, no Campeonato Catarinense. O público só precisou deixar a doação em um local específico do estádio Doutor Hercílio Luz.

Sem uma meta determinada para campanha, o Marcílio Dias repassou tudo o que foi arrecadado para organizações em defesa dos animais. O objetivo da iniciativa do clube foi beneficiar as instituições que realizam ações de acolhimento, resgate e adoção de animais. Além disso, a campanha visou a conscientização a respeito dos maus tratos e abandono de bichinhos.

Compromissos do Cão Marujo na temporada 2019

Apesar do início promissor, o time do Cão Marujo não conseguiu atingir a primeira meta do ano. O clube chegou a figurar entre os quatro primeiros colocados do Campeonato Catarinense, mas caiu de rendimento. Na reta final da primeira etapa, o Marcílio Dias foi superado pelo Criciúma e não conseguiu se classificar para as semifinais.

Com 27 pontos, o clube ficou com a mesma pontuação do quarto colocado e ficou para trás devido a quantidade de vitórias. Agora, o time se prepara para disputa da Série D do Campeonato Brasileiro e Copa Santa Catarina no segundo semestre. E o Cão Marujo segue na torcida.

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Medo de veterinário: Como deixar seu cão tranquilo?

por Camila Da Silva — publicado 20 out 2019 - 9:45

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Seu cachorro tem medo de veterinário? Saiba que esta é uma condição que afeta diversos animais de estimação (não somente os cães). E para “curar” o problema, nem sempre é tão fácil assim. Por isso, não tente aplicar técnicas ou receitas consideradas milagrosas, pois o que precisamos entender é que o cão é um ser vivo. E, como ser vivo, ele terá seus medos, receios e fobias. Acompanhe o texto para entender melhor!

Medo de veterinário é muito comum

Um cachorro com medo de veterinário não é surpresa para a maioria dos tutores e adestradores.

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10 Sinais de estresse em cães

por Handreza Hayran — publicado 21 out 2019 - 9:45

Você sabia que o mal do estresse em cães é real? Sim! Embora isso parece ser coisas dos humanos, pode prejudicar igualmente o seu pet. Em determinados casos, ele enfrenta a maior parte dos agentes que seu dono também enfrenta.

O cão pode ficar estressado quando se encontra sobrecarregado ou em pânico. Uma vez que tenha um sentimento de extrema tristeza ou alegria, altera o seu estado de humor de diversas formas.

Assim, para te auxiliar com seu animalzinho, neste artigo, vamos sinalizar os principais pontos a serem observados nesse sentido. Dessa forma, você poderá reconhecer e identificar quando ele está sofrendo, bem como o que fazer para evitar ou sanar esse problema o mais rápido possível.

10 sinais de estresse em cães

1. A temida hiperatividade

estresse em cães

Foto: Frepik

É bastante comum que os cães estressados ​​tenham um comportamento hiperativo. Conquanto, eles não são capazes de se acalmarem, fazendo com que assim, a longo prazo, ajam por impulso.

Ademais, passam a mordiscar objetos e móveis, assim como quaisquer utensílios que estiverem em seu caminho. Mas, por qual motivo fazem isso? Para extravasar a tensão acumulada.

2. Movimentos repetitivos constantes em estresse em cães

O estresse canino tem como resultado, inegavelmente, a realização de movimentos repetitivos. Entretanto, são aparentemente sem sentido.

Esse transtorno obsessivo compulsivo nos pets indica que eles podem estar sobre grande pressão. Esse é um problema sério, se não tratado com atenção, assim como com rapidez.

3. Comportamento exagerado

O estresse em cães também se manifesta em comportamentos bastante exagerados. Porquanto, podem ser ações que eles faziam antes, mas que agora se mostram com maior intensidade. Por exemplo, comer coisas que estejam caídas no chão ou latir excessivamente.

É muito provável que o pet já tenha o costume de “roubar” os restos de comida que, por ventura, escapem no piso. Ele pode também latir quando alguém passa perto do portão. Contudo, é possível notar que há um excesso dentro desses “costumes”.

4. Salivação excessiva

Caso você observe que seu cãozinho está salivando muito, fique ainda mais atento. A fim de descobrir se ele está estressado ou não, veja se isso é algo constante e repetitivo.

Leve em consideração esse sinal, pois pode significar que uma coisa mais grave pode estar prestes a acontecer.

5. Défict de atenção

Foto: Freepik

O estresse em cães traz consigo um tipo de nervosismo generalizado. Dessa forma, torna-se difícil a concentração. O animal passará a não prestar atenção ao que é falado com ele. Assim sendo, não obedecerá às ordens do seu dono.

Se o pet repetir esse comportamento sempre, vale a pena avaliar esse déficit de atenção.

6. Cachorro ofegante frequentemente

Ofegar é uma ferramenta que os pets usam para que o calor seja expulso pelo corpo. Caso você observe isso acontecendo com seu animal em momentos que ele deveria estar calmo, provavelmente está estressado.

Dessa forma, será necessário fazê-lo aliviar a tensão que está sentindo. Especialmente, o problema deve ser resolvido caso esse ofegar venha seguido de murmúrios de tristeza e lamento.

7. Reação negativa em situações desconhecidas

O estresse em cães, inegavelmente, faz com que eles se sintam muito desconfortáveis, principalmente se confrontados em situações desconhecidas. Por exemplo, o pet pode sofrer ao se encontrar com outros bichinhos. Em cada um desses encontros, ele vai acumular mais estresse, assim, tentando fugir ou reagindo negativamente.

8. Perda de pelo

Perder pelo, certamente, ocorre nos casos de estresse crônico, tal como nos humanos. Os cães começam a se sentir afetados fisicamente por uma determinada situação que estejam sofrendo.

Caso note que o estado nervoso, bem como a ansiedade está fazendo o pet perder os pelos, vá ao veterinário o quanto antes.

O pelo pode cair não só por conta das lambidas excessivas – granuloma acral – mas também por conta do rasgo direto com os dentes.

9. Rigidez muscular no estresse em cães

Foto: Freepik

Nas situações estressantes, é comum que os cães fiquem tensos e com a musculatura enrijecida. Se notar que a cauda, assim como os membros ficam duros em um evento significativo, trate imediatamente.

10. Alterações no comportamento

O estresse em cães tem um sinal bastante comum: a alteração comportamental. Uma vez que é normal que eles comecem a desenvolver comportamentos antes nunca apresentados, preste atenção em:

  • Timidez;
  • Agressividade;
  • Fobia;
  • Depressão.

Entretanto, ao invés de demonstrar em determinadas situações, passam a fazer de forma generalizada.

Dicas úteis para aliviar o estresse em cães

Se seu pet apresentar um ou mais dos sinais que citamos acima, você terá que providenciar um tratamento imediato. Pois é isso mesmo! É possível tomar algumas medidas simples para aliviar o estresse em cães, dessa forma, lhe proporcionando bem estar e paz de espírito.

Primordialmente, é recomendado que se vá ao veterinário para que ele diagnostique e trate os sintomas. Por conseguinte, caso esse estresse seja causado por conta da chegada de um animalzinho novo, não o exclua do ambiente em hipótese nenhuma.

Também não é legal obrigar o pet a compartilhar seus brinquedos, cama, comedor, bebedor, etc. Portanto, deve-se respeitar os pertences de cada um.

Foto: Freepik

Outrossim, algo interessante é fazer o que se chama de caminhada olfativa. Isso quer dizer que, ao invés do dono guiar o cachorro, ele é quem indicará o caminho a ser seguido. Dessa forma, o pet vai estimular o olfato. Além disso, poderá explorar o local livremente.

Para aliviar as tensões, relaxar, assim como eliminar o medo, o estresse em cães e fazê-los dormir, é possível envolver o pet em um cobertor. A saber, essa prática se chama “pressão sustentada”, muito usada no treinamento de cães.

Remédios naturais e brincadeiras

Você pode escolher brincadeiras interessantes que irão estimular as atividades mentais do cachorro. Por exemplo, esconda um objeto e o faça encontrar e levar de volta para você.

Outra coisa a se ter em mente é que, surpreendentemente, pensa-se que brincar com o pet até sua exaustão eliminará o estresse. Entretanto, isso pode fazer um efeito adverso, excitando e exacerbando ainda mais o seu nervosismo.

Para que as ações acima sejam complementadas, existem medicamentos caseiros que são reconhecidos mundialmente. Isso porque eles relaxam e acalmam. Entre eles estão:

  • Camomila;
  • Erva de São João;
  • Erva cidreira;
  • Entre outros.

Essas são ervas que podem ser oferecidas em forma de chá.

Florais de Bach, preparações homeopáticas, bem como aromaterapia, também não causam nenhuma dependência, menos ainda têm contraindicações. Pode ser aplicado de diversas formas, só que, as mais indicadas devem ser prescritas por especialistas.

Em suma, o mais importante ao se tratar o estresse em cães é ter muito carinho, assim como paciência com o animal. Em hipótese nenhuma se deve gritar ou agredir fisicamente, menos ainda abandonar ou excluir. Os cachorros percebem o interesse do dono, agradecendo com a calma que se espera, pois ficarão bem alegres.

O Akita é um cachorro perigoso?

por Handreza Hayran — publicado 21 out 2019 - 9:45

Akita

O Akita Inu, também chamado só de Akita, é um cão muito famoso. Na verdade, sua fama ficou mais evidente após o filme “Sempre ao seu lado”, estralado por Richard Gere e um cão da raça. Mas o Akita é perigoso?

Sem dúvida, a partir daí as pessoas começaram a querer ter um cãozinho fiel desses em casa. Com isso, foram surgindo diversas dúvidas. Uma delas é sobre o comportamento da raça.

Que tal saber se o Akita é um cão perigoso ou não? Descubra mais sobre o comportamento desse cão.

História da raça Akita Inu

Akita

Foto: Pixabay

Para que você possa entender um pouco sobre o comportamento da raça Akita, é importante que você conheça um pouquinho sobre a origem desses cães. Veja só!

De fato, eles foram criados com o intuito de que fossem caçadores de veados e de ursos no Japão. Sendo assim, a vontade que a raça sente de se exercitar tanto físico quanto mentalmente vem já em sua genética de caçador.

No Japão o Akita é visto, além de caçador, como um exímio cão de guarda. Também pudera! Sua resistência, força e coragem fazem dele um grande protetor.

O Akita é perigoso?

Assim como qualquer outro cão, seja ele de raça ou não, o Akita oferece perigo. Afinal, não temos como ler a mente desses animais.

Um cão age por instinto. Desta forma, quando ele se sentir extremamente ameaçado, e como agravante ter sido criado em um ambiente hostil, é possível que ele ataque.

No entanto, isso não faz do Akita um cão extremamente perigoso, ou mesmo perigoso. Mas sim, faz dele um cão normal, como qualquer outro.

Sem dúvida, seu comportamento precisa ser avaliado de acordo com uma série de fatores. Dentre eles é o grau de relação entre o Akita e as pessoas, a maneira como ele foi criado e, além disso, se foi adestrado ou não.

Comportamento da raça no geral

Em geral, o comportamento do Akita é territorialista. Desta maneira, pode não ser muito indicado para crianças ou para famílias que já possuem outros animais de estimação.

O Akita gosta de ser o animal central da casa. Por isso, dividir a atenção do seu dono com outro cão, por exemplo, pode ser um grande problema a ele.

Akita com outros animais

Akita com outros animais

Foto: Pixabay

Como já foi citado, pode não ser muito apropriado adotar ou adquirir um Akita quando já há outros animais na casa por conta de sua territorialidade. No entanto, há mais!

De fato, a raça tem um instinto caçador. Assim sendo, ele pode não ser uma boa companhia a animais pequenos, uma vez que corre o risco do Akita querer colocar as suas habilidades de caça, que diga-se de passagem são muito bem desenvolvidas, a prova.

Além disso, os Akitas preferem a solidão. Então, não pense que o seu cão está se sentindo muito sozinho. Na verdade, ele pode até estar gostando, e muito da ideia.

A raça com estranhos

Uma das habilidades precisas para a caça é a observação. Sem dúvida, o Akita sabe usá-la muito bem, por isso é muito provável que ele faça isso com os estranhos em sua casa.

O cão irá observar de longe, com muito cuidado e desconfiança. Sobretudo, ele estará pronto para qualquer passo em falso que o estranho dar, afinal o Akita tem uma família a qual deve proteger.

É claro que para quem não está acostumado com a raça, poderá parecer que o cachorro estará totalmente fora do que está acontecendo. No entanto, é uma grande jogada da raça fingir que não dá importância a algo, para poder flagrar a ação errada e interceder.

Além disso, não se preocupe se o Akita ficar de longe, sem chegar muito perto. Principalmente os machos. A raça não é muito sociável. A fêmea, que é a mais acessível, pode apenas permitir uma leve aproximação.

O Akita é perigoso com os amigos do dono?

De fato, com aquele em que há um convívio mais contínuo, o Akita pode demonstrar até certa simpatia e tranquilidade. Mas, ainda assim o seu cão continuará vigiando cada passo que for dado dentro de sua casa.

O Akita é perigoso com invasores?

Sem dúvida, o instinto de proteção do seu Akita falará mais alto caso alguém tente invadir a casa de vocês. O cão entende que necessita proteger o lar de qualquer um que apresente uma ameaça.

É provável que em um primeiro momento ele rosne, lata e caminhe em volta a fim de alertar o estranho para não se mover mais. Contudo, caso o invasor faça pouco caso do cão, é possível que haja um ataque.

Claro que com um bom treinamento é possível que ele aprenda o que fazer nesse tipo de situação. Por isso o adestramento é tão importante para o cão.

A raça com crianças

O Akita não é um cão muito indicado para crianças. Afinal, esse cão não gosta de ser incomodado e prefere a paz e o sossego que uma criança podem não trazer.

A importância do adestramento para a raça

Akita

Foto: Pixabay

Caso você tenha assistido ao filme “Para sempre ao seu lado”, você deve ter percebido que uma das características do Akita é a de não aceitar ordens facilmente. Na verdade, a raça aceita ser liderada por apenas uma pessoa, o seu dono.

O adestramento pode melhorar esse aspecto em seu cão. Não duvide caso ele tente desafiar as ordens, isso é típico de um cão de coragem como ele.

Outro ponto que pode ser muito importante com relação ao adestramento é a questão da convivência. Através dos ensinamentos de um adestrador, o seu cão poderá ser mais sociável, bem como mais calmo.

A raça tende a ser violenta sem um treinamento específico, especialmente com estranhos. Desta maneira, o adestramento do Akita se faz inegavelmente crucial.

Você terá um cão fiel pela vida toda

Akita

Foto: Pixabay

O Akita não chega a ser um cão perigoso, caso seja educado de maneira correta. Além disso, caso você escolha ter um desses, é necessário saber que ele lhe recompensará com muita atenção, amor e proteção.

De fato, a raça adora demonstrar toda a sua fidelidade ao dono. Em razão disso que eles tendem a não atender comandos de outras pessoas. Sem dúvida, a fidelidade é muito importante à raça.

Considere que o cão possui um comportamento mais reservado, e não perigoso. Ele pode ser um ótimo cão de guarda caso você dê uma chance a ele.

Porém, já sabe! Se você tem outros animais de estimação em sua casa, é melhor repensar a sua ideia de ter um Akita. Tenha em mente que, assim como qualquer outro cão, ele precisará de atenção cuidado e carinho para crescer de forma saudável.