Cachorro trabalha como babá de gatinhos

O cão Boots sobreviveu ao furacão Katrina e agora ajuda filhotes de gatos na Arizona Humane Society.

por Karina Sakita — publicado 7 nov 2014 - 9:00

Nos Estados Unidos, gatinhos resgatados pela Arizona Humane Society (AHS) têm babá muito especial: um cachorro chamado Boots.

 

O cachorro Boots com gatinha. (Foto: Reprodução / Huffington Post)

O cachorro Boots com gatinha. (Foto: Reprodução / Huffington Post)

 

Boots, que é uma mistura de chow chow com pastor alemão, sobreviveu ao furacão Katrina. A Arizona Humane Society salvou sua vida durante os trabalhos de resgate após essa tragédia, que aconteceu em 2005.

E ele foi adotado por uma voluntária da organização, por isso sua presença é constante no local. Mas agora, o cão está realizando um trabalho nobre: ajudando filhotes de gatos que estão esperando por adoção.

Liz Truitt, especialista no bem-estar felino, conta como o trabalho de Boots é importante:

 

Nosso berçário vai muito além de salvar vidas. É para melhorar a qualidade de vida para o futuro de cada gatinho. Então além de cuidar de suas necessidades físicas, é importante abordar suas necessidades comportamentais.

 

Ela afirma também que esse contato dos gatos com Boots, faz com que eles se sintam à vontade perto de cachorros. Com isso, suas chances de serem adotados aumentam, já que poderiam morar em lares com cães.

 

O cachorro é babá de gatinhos. (Foto: Reprodução / Huffington Post)

O cachorro é babá de gatinhos. (Foto: Reprodução / Huffington Post)

 

Fonte: Huffington Post

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Yulin: O festival de carne de cachorro na China

por Handreza Hayran — publicado 15 out 2019 - 9:45

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Desde 1990, o festival de Yulin, onde é consumida carne de cachorro, é realizado no sul da China. Muitos ativistas lutam a cada ano pelo fim dessa “tradição”, mas o governo chinês (observando a popularidade e a efervescência da mídia em um evento como esse) não tem planos de impedi-lo.

Neste texto do Portal do Dog examinaremos a história do consumo de carne de cachorro e porque europeus e latino-americanos não estão tão distantes desse fenômeno (nossos ancestrais também se alimentavam de animais de estimação, por causa da fome ou por tradição).

Analisaremos também as irregularidades feitas neste festival e a opinião de muitos residentes asiáticos sobre a carne de cachorro. Continue lendo sobre o festival Yulin na China, onde a carne de cachorro é consumida.

A história do consumo de carne de cachorro

cachorro

Foto: Freepik

Hoje, encontramos cães em quase todos os lares do mundo. Pela mesma razão, muitas pessoas pensam que comer carne de cachorro é uma aberração e um ato monstruoso: eles não entendem como os humanos podem se alimentar de um animal tão nobre.

No entanto, também é verdade que muitas pessoas não têm escrúpulos em comer comida tabu para outras sociedades, como vacas (um animal sagrado na Índia), porco (proibido no Islã e no judaísmo) ou o cavalo (muito repreensível nos países europeus nórdicos). Coelhos, porquinhos-da-índia e baleias são outros exemplos de comida tabu em outras sociedades.

Avaliar quais animais devem fazer parte de nossa dieta ou não é uma questão controversa e que não está apenas relacionada aos nossos hábitos: a cultura e a sociedade nos empurram de um lado ou de outro.

A história do festival de Yulin

O Festival Yulin foi realizado pela primeira vez em 1990 e seu objetivo era celebrar o solstício de verão do dia 21 de julho. Um total de 10.000 cães são sacrificados e provados por residentes e turistas asiáticos. Considera-se promover a boa sorte e a saúde de quem a consome.

No entanto, isso não marca o início do consumo de carne de cachorro na China. Anteriormente, durante as guerras onde os cidadãos passavam fome, o governo decretou que os cães deveriam ser usados como alimento e não como um animal de estimação. E é por isso que raças como Shar-pei estavam no mercado a ponto para desaparecer.

cachorro

Foto: Freepik

A atual sociedade chinesa está dividida porque o consumo de carne de cachorro tem seus detratores e apoiadores. Mas ambas as partes estão lutando por suas próprias crenças e opiniões.

Por seu lado, o governo chinês está lavando as mãos, alegando não promover o evento, e também afirma agir com firmeza contra roubo e envenenamento daqueles que são considerados animais de estimação.

Por que é tão controverso?

Comer carne de cachorro é uma questão controversa, tabu ou insignificante na opinião de todos. No entanto, durante o festival de Yulin:

  • Muitos cães são maltratados antes de morrerem.
  • Muitos cães sofrem de desnutrição e sede enquanto esperam para serem comidos.
  • Não há controle sanitário sobre esses animais.
  • Alguns cães são animais roubados dos cidadãos.
  • Há um mercado negro de tráfico de animais.

A cada ano, o festival reúne ativistas chineses e estrangeiros, budistas e ativistas dos direitos dos animais contra aqueles que matam cães para consumo. Grandes quantias de dinheiro destinam-se a salvar cães e até brigas sérias ocorrem. No entanto, nada parece parar esse evento odioso.

O que você pode fazer para evitar a venda de carne de cachorro?

cachorro

Foto: Freepik

As práticas realizadas durante o festival horrorizam pessoas de todo o mundo que não hesitam em se envolver para interromper o próximo festival. Figuras públicas como Ricky Gervais e Gisele Bundchen também pediram o fim do festival de Yulin no governo chinês.

Parar o festival é impossível se o atual presidente chinês não intervir, mas pequenas ações podem ajudar a mudar essa realidade, eis algumas idéias:

  • Assine a petição da Avaaz: Vamos encerrar o festival de carne canina de Yulin!
  • Boicotar produtos chineses com peles.
  • Não participe dos eventos organizados durante o festival, no seu país ou na China.
  • Vá para a China durante o festival para pagar por cães que ainda não foram abatidos: organizações de todo o mundo se reúnem em massa para impedir a morte desses cães. Mas esta prática, apesar de bem-intencionada, incentiva, a continuidade deste festival.
  • Junte-se à luta pelos direitos dos animais.
  • Junte-se ao movimento vegetariano e vegano.

Sabemos que nenhuma dessas medidas pode acabar de vez com o festival de Yulin. Você tem mais sugestões?

Projeto visa dedução de despesas veterinárias do Imposto de Renda

por Cristina Possamai — publicado 14 out 2019 - 9:45

dedução de despesas veterinárias do Imposto de Renda

Todo mundo que adere a adoção de um animal se compromete em dar carinho e zelar por sua integridade. Todavia, um projeto de lei pode dar uma ajudinha  aos tutores espalhados pelo território nacional. Quer saber essa história com todos os detalhes? Vamos lá!

Afinal, está pronto para ser votado na Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) um projeto que engloba despesas com veterinários na lista de custos passiveis de dedução da base de cálculo do Imposto de Renda de Pessoa Física (IRPF).

O projeto de lei (PL) 3.407/2019 é de autoria do senador Mecias de Jesus (PRB-RR). Em entrevista a Agencia Senado, o autor salientou que essa proposta tende a oportunizar que os tutores procurem atendimento apropriado aos seus bichinhos de estimação.

Isso porque esses cuidados podem representar valores altos referentes ao acompanhamento com médicos veterinários. Além dos exames, medicamentos e até internações em clínicas.

“De modo análogo à saúde humana, cujas despesas podem ser abatidas da base de cálculo do IRPF, a legislação deve possibilitar a dedução dos pagamentos efetuados com vistas aos cuidados médicos necessários aos animais domésticos”, justificou o senador à agencia de notícias do Senado Federal.

dedução de despesas veterinárias do Imposto de Renda

Foto: Freepik

Além disso, o projeto de dedução de despesas veterinárias do Imposto de Renda também determina que o Executivo tome outras providencias. Entre essas questões, está a criação de um cadastro nacional de tutores e seus respectivos animais domésticos. O registro oficial das informações impediria a utilização irregular deste benefício, de acordo com o senador Mecias de Jesus.

Rejeição inicial na Comissão do Senado

Apesar da apresentação de fatores relevantes por parte de Mecias, o relator na CAE, o senador Fernando Bezerra Coelho (MDB-PE), indicou o voto pela rejeição do projeto. A proposta, conforme o relator, não estabelece um cálculo de impacto em cima da arrecadação e tampouco formas de compensação para a diminuição acarretada pela medida a nível nacional. Algo que proibido segundo a Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO).

Ainda segundo o senador Bezerra: “a dedução pretendida fere a razoabilidade quando se sabe que os recursos que seriam renunciados para que os contribuintes beneficiados pudessem cuidar dos seus animais de estimação são fonte essencial de custeio, nos três níveis da Federação. E, para o já precário atendimento de saúde da população, sobretudo a mais necessitada”.

Saiba mais sobre a PL de dedução de despesas veterinárias do Imposto de Renda

Portanto, é importante frisar que a proposta tramita em caráter terminativo na CAE. E está desde o dia 11 de junho em condição para ser adicionada a pauta da Comissão de Assuntos Econômicos.

dedução de despesas veterinárias do Imposto de Renda

Foto: Freepik

A proposta ainda altera a Lei nº 9.250, de 26 de dezembro de 1995. Para prever a dedução do Imposto sobre a Renda das Pessoas Físicas de pagamentos efetuados, no ano-calendário. Refente a médicos veterinários, clínicas e hospitais veterinários destinados à cobertura de despesas com tratamento de animais domésticos. Inclusive as necessárias ao custeio de exames laboratoriais e serviços radiológicos.

Em consulta pública, a proposta foi aprovada por maioria com 41 votos a favor e apenas 2 contra no site oficial do Senado. Caso você queira acompanhar a tramitação do projeto, dedução de despesas veterinárias do Imposto de Renda, basta clicar aqui!