Cão de corrida abandonado por não poder mais competir se apaixona por gato cego

Cão foi adotado por mulher que dava lar temporário para gatos e criou um grande amor pelos pequenos animais com os quais passou a conviver

por Andrezza Oestreicher — publicado 13 abr 2016 - 13:27

Joanne Tester não sabia tudo sobre o cão da raça Greyhound (Galgo) ex-competidor que ela havia adotado. Ela sabia que o cão tinha sido utilizado em oito corridas antes de uma lesão no pé. Após o machucado, o cão não poderia mais correr e por isso ele foi deixado pelo seu próprio em um abrigo em New South Wales, na Austrália.

O cão passou seis meses no abrigo Animal Welfare League antes de ser adotado. Apesar de os voluntários do lugar estarem sempre tentando fazer o melhor para cuidar dele, o animal vivia em um constante estado de stress, o que o fez perder cerca de 10 quilos. O animal também desenvolveu úlceras de pressão por ficar deitado por tanto tempo em um piso de concreto e, além disso, estava com dentes quebrados e precisou fazer a remoção deles. Os dentes do cão estavam quebrados pelo fato de o animal, por conta do estresse, ter mastigado seu próprio canil.

O cão foi abandonado em um abrigo após sofrer uma lesão que o impediu de competir. (Foto: Joanne Tester)

O cão foi abandonado em um abrigo após sofrer uma lesão que o impediu de competir. (Foto: Joanne Tester)

Quando Joanne conheceu o cão, a quem ela deu o nome de Fastfeet (pés rápidos), em 2011, logo soube que queria adotá-lo. “Eu podia ver o que ele era um cão incrível. Ele só precisava aprender a ser um animal de estimação e não um cão de corrida”, disse ela ao site The Dodo.

O que Joanne não sabia, no entanto, era como o cão iria se comportar convivendo com outros animais. Ela já tinha três cães e três gatos e ajudava o CatRescue901, um grupo de resgate dirigida por Jenny Storaker.

Os cães do tipo Galgo, conhecidos também como galgos, costumam ser criaturas amáveis e tranquilos, porém as pessoas envolvidas na indústria de corridas de galgos na Austrália têm utilizados práticas horríveis, como a conhecida por “isca viva” ou “blooding” (sangramento) para treinar os seus cães para as corridas.

O animal foi adotado por uma mulher que tinha outros animais, mas devido ao seu treinamento, FastFeet demorou para passar a conviver com os outros animais da casa. (Foto: Joanne Tester)

O animal foi adotado por uma mulher que tinha outros animais, mas devido ao seu treinamento, FastFeet demorou para passar a conviver com os outros animais da casa. (Foto: Joanne Tester)

No ano passado, uma investigação revelou que os treinadores rotineiramente usam gambás, gatinhos, leitões e coelhos como iscas, que são lançados ao longo da pista. Para as corridas, os cães são treinados a perseguir os animais e, eventualmente, matá-los. Esse tipo de treinamento é ilegal na Austrália há décadas, mas acredita-se que a maioria dos treinadores ainda fazem uso desta técnica.

Sabendo disso, Joanne sabia que precisaria tomar ainda mais cuidado em relação a Fastfeet com seus outros animais. Quando ela mostrou Fastfeet a seus outros cachorros, todos pequenos, pela primeira vez, ela colocou uma focinheira nele. Sempre que Fastfeet iria se juntar aos outros cães da casa ele usava a focinheira. O aparato foi deixado de lado 12 meses depois, quando Fastfeet começou a agir com calma em relação aos outros cachorros. Assim que Joanne soube que podia confiar no cão completamente. Agora, os cães se dão tão bem que dividem até as camas.

Primeiro Fastfeet foi apresentado aos outros cachorros da casa. (Foto: Joanne Tester)

Primeiro Fastfeet foi apresentado aos outros cachorros da casa. (Foto: Joanne Tester)

Por um longo tempo, Joanne manteve os gatos em uma parte separada da casa, e não pensou em apresentá-los a Fastfeet. Mas depois de ver o quão bem Fastfeet ficou junto aos outros cachorros, ela decidiu tentar.

“Eu resolvi deixar um dos meus gatos sair para que Fastfeet conseguisse vê-lo e eu pudesse ver a reação dele. Assim que viu o gato, ele quis persegui-lo. Eu não sei se ele teria machucado o gato, mas ele definitivamente mostrou muito interesse por ele”, contou Joanne ao The Dodo.

A mulher começou, então, um longo processo de dessensibilização de Fastfeet em relação aos gatos, o que levou quase um ano. Após várias reuniões supervisionadas entre Fastfeet e os gatos (durante as quais o cão sempre usava sua focinheira), Joanne finalmente permitiu que os gatos chegassem perto do cão. O primeiro encontro foi muito bem. Fastfeet foi extremamente gentil com os gatos e até deixou que eles rastejassem por cima dele.

Depois de ser apresentado aos gatos, o cão fez uma amizade especial com o gatinho cego que se recuperava em sua casa. (Foto: Joanne Tester)

Depois de ser apresentado aos gatos, o cão fez uma amizade especial com o gatinho cego que se recuperava em sua casa. (Foto: Joanne Tester)

Entre todos os animais de Joanne foi um gato em particular – um gato adotivo chamado Indi – que fez Fastfeet se apaixonar. Indi tinha sido resgatado após ser encontrado vagando pelas ruas de Sydney com uma grave gripe do gato. Ele tinha desenvolvido uma infecção tão ruim da gripe que seus olhos tiveram que ser removidos.

Quando Joanne trouxe Indi casa para lhe dar um lar temporário, ela o manteve isolado para que ele pudesse se recuperar de sua operação. Mas quando Fastfeet entrou sorrateiramente no quarto de Indi, os dois animais tiveram uma ligação instantânea. Eles acabaram passando quase o dia inteiro juntos, e todos os outros dias depois disso. Eles dormiram juntos e abraçados. Após estar recuperado e liberado para passear na área externa da casa, Indi foi passear ao redor do jardim com Fastfeet. Eles se deitaram juntos no sol e quando o gato se assustou com o barulho de um carro, ele logo correu para Fastfeet procurando proteção.

Fastfeet e Indi se tornaram inseparáveis. (Foto: Joanne Tester)

Fastfeet e Indi se tornaram inseparáveis. (Foto: Joanne Tester)

Quando chegou a hora de Indi ser adotada por uma nova família, Joanne sabia Fastfeet sentiria muita falta dela. Mas o amor de Fastfeet por gatos não parou com Indi, ele formou um vínculo com todos os gatos resgatados que ficam na casa de Joanne. “Ele só quer estar no quarto com eles. Ele se senta em seu cobertor e os gatos rastejam em cima dele. Estou começando a pensar que ele acredita que ele é um gato”, diz Joanne.

Fastfeet também é muito protetor com os gatos adotivos quando outras pessoas vêm para vê-los. “Sempre que as pessoas vêm para ver os gatos, ele sempre sabe e quer ser parte da apresentação. Se ele não está na sala, ele fica triste e chora na porta”, contou Joanne.

Após Indi ser adotada, Fastfeet passou a distribuir o seu amor com todos os gatos que passam pela sua casa. (Foto: Joanne Tester)

Após Indi ser adotada, Fastfeet passou a distribuir o seu amor com todos os gatos que passam pela sua casa. (Foto: Joanne Tester)

Infelizmente, a corrida de cães ainda é uma grande indústria no mundo todo. De acordo com organizações de salvamento de cães da raça galgo em Minnesota, entre 3.000 e 9.000 galgos morrem sozinhos a cada ano só nos Estados Unidos. Joanne espera que a história de Fastfeet possa inspirar outras pessoas a adotar cães que participavam de competições, assim como aconteceu com Fastfeet. “Adotar Fastfeet foi a melhor coisa que eu já fiz e eu não consigo mais imaginar esta casa sem ele”, completa Joanne.

 

Fonte: The Dodo

Infecção por parvo virose em cães: quais os sintomas e como tratar

por Handreza Hayran — publicado 24 jun 2019 - 9:45

parvo virose

A infecção por parvo virose é uma doença viral altamente contagiosa que afeta cães. O vírus se manifesta de duas formas diferentes.

A forma mais comum é a forma intestinal, caracterizada por vômitos, diarreia, perda de peso e falta de apetite (anorexia). A forma menos comum é a forma cardíaca. Ela ataca os músculos do coração de fetos e filhotes muito jovens, muitas vezes levando à morte.

No entanto, a maioria dos casos é observada em filhotes com seis semanas e seis meses de idade.

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Como escolher o nome do cachorro

por Camila Da Silva — publicado 23 jun 2019 - 9:45

como escolher o nome do cachorro

Muita gente fica em dúvida na hora de saber como escolher o nome do cachorro, e, a partir disso, acaba adiando a escolha e o pequeno pet passa da fase de aprender o seu nome. Afinal, a gente sabe que não é nada fácil selecionar uma palavra que combina perfeitamente com o nosso melhor amigo, não é mesmo?

Mas, calma! Existem alguns passos que podem te ajudar neste processo. E nós, do Portal do Dog,

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Infecção por parvo virose em cães: quais os sintomas e como tratar

por Handreza Hayran — publicado 24 jun 2019 - 9:45

parvo virose

A infecção por parvo virose é uma doença viral altamente contagiosa que afeta cães. O vírus se manifesta de duas formas diferentes.

A forma mais comum é a forma intestinal, caracterizada por vômitos, diarreia, perda de peso e falta de apetite (anorexia). A forma menos comum é a forma cardíaca. Ela ataca os músculos do coração de fetos e filhotes muito jovens, muitas vezes levando à morte.

No entanto, a maioria dos casos é observada em filhotes com seis semanas e seis meses de idade. Mas incidência de infecções por parvo virose canina foi reduzida radicalmente pela vacinação precoce em filhotes jovens.

Sinais e Sintomas da parvo virose em cachorros

parvo virose

Os principais sintomas associados à forma intestinal de uma infecção parvo virose canino incluem:

  • Diarreia grave e sanguinolenta
  • Letargia
  • Anorexia
  • Febre
  • Vômito
  • Perda de peso grave

A forma intestinal do parvo virose afeta a capacidade do organismo de absorver nutrientes. Assim, um animal afetado se torna rapidamente desidratado e fraco pela falta de absorção de proteínas e líquidos. O tecido úmido da boca e dos olhos pode ficar visivelmente vermelho, e o coração pode bater muito rápido.

Então, quando seu veterinário examina a área abdominal do seu cachorro, ele pode responder devido a dor ou desconforto. Cães que contraíram parvo virose também podem ter uma temperatura corporal baixa, ao invés de febre.

Como é a parvo virose?

cachorro doente

A maioria dos casos de infecções por parvo virose é causada por uma alteração genética do parvovírus canino original: o parvovírus canino tipo 2b. Há uma variedade de fatores de risco que podem aumentar a suscetibilidade de um cão à doença. Mas, principalmente, a parvo virose é transmitida por contato direto com um cachorro infectado, ou indiretamente, pela via fecal-oral.

Concentrações pesadas do vírus são encontradas nas fezes de um cão infectado. Por isso, quando um cachorro saudável fareja as fezes de um cão infectado (ou ânus ), esse cão pode contrair a doença. O vírus também pode ser trazido para o ambiente por meio de sapatos que entraram em contato com as fezes infectadas.

Há evidências de que o vírus pode viver no solo por até um ano. Pois é resistente à maioria dos produtos de limpeza ou mesmo às mudanças climáticas.

Sendo assim, se você precisar limpar uma área contaminada por parvo virose, primeiro recolha e descarte com segurança todo o material orgânico (vômito, fezes, etc.). Em seguida, lave completamente a área com uma solução concentrada de água sanitária, um dos poucos desinfetantes conhecidos para matar o vírus. Se um cão teve parvo virose em uma casa, é melhor não ter um cachorro nessa casa por vários anos.

Além disso, devido à quantidade de cães, canis de reprodução e abrigos para cães que possuem um grande número de filhotes não vacinados são locais particularmente perigosos.

É por isso que o seu veterinário vai querer voltar a vacinar o seu cachorro, mesmo que os registros do criador indiquem que ele foi vacinado. Os abrigos e grupos de resgate muitas vezes colocam filhotes em lares adotivos até que estejam prontos para adoção para minimizar o risco de disseminação de parvovírus.

Por razões desconhecidas, certas raças de cães, como Rottweilers, Pitbulls, Labrador Retriever, Doberman Pinschers, Pastores Alemães, Springer Spaniels ingleses e cães de trenó do Alasca, são particularmente vulneráveis ​​à doença. Assim, seu veterinário pode recomendar um protocolo de vacinação estendida nessas raças.

Diagnóstico de parvo virose em cães

cachorro

Parvo virose é diagnosticado com um exame físico, testes bioquímicos e um teste especial para o parvovírus nas fezes. Uma análise de urina, radiografias abdominais e ultrassonografias abdominais também podem ser realizadas. Níveis baixos de glóbulos brancos e desidratação significativa são indicativos de infecção por parvo virose.

A análise bioquímica e urinária pode revelar enzimas hepáticas elevadas, linfopenia e desequilíbrio eletrolítico. A radiografia abdominal pode mostrar obstrução intestinal. A ultrassonografia abdominal pode revelar linfonodos aumentados na virilha, ou em todo o corpo, e segmentos intestinais cheios de líquido.

Por fim, você precisará dar ao seu veterinário um histórico completo da saúde do seu animal de estimação, histórico de vacinação, atividades recentes e início dos sintomas. É importante refazer os passos do seu cão para a possível exposição e possível contaminação.

A parvo virose é tratável?

parvo virose

Se a doença é uma infecção viral, não há cura real para isso. Assim, o tratamento para parvo virose é focado na cura dos sintomas e na prevenção de infecções bacterianas secundárias, de preferência em ambiente hospitalar. Terapia intensiva e suporte sistêmico são as chaves para a recuperação.

Fluidos intravenosos e terapia nutricional são cruciais para manter o fluido corporal normal de um cão após diarreia grave e desidratação, e os níveis de proteína e eletrólitos serão monitorados e regulados conforme necessário.

Medicamentos para cães que podem ser usados ​​no tratamento incluem medicamentos para conter vômitos (antieméticos), antiácidos, antibióticos prescritos para animais de estimação e antihelmínticos para combater parasitas.

A taxa de sobrevivência em cães é de cerca de 70 por cento quando tratados no hospital. Mas a morte pode, por vezes, resultar de desidratação grave, uma infecção bacteriana secundária grave, toxinas bacterianas no sangue ou uma hemorragia intestinal grave .

O prognóstico é menor para os filhotes, já que eles têm um sistema imunológico menos desenvolvido. É comum que um filhote infectado com parvo virose sofra choque e morte súbita.

É possível tratar a parvo virose em sua casa sob a direção do seu veterinário. É um processo muito trabalhoso. Mas pode significar a diferença entre a vida e a morte quando fundos ou circunstâncias não permitem tratamento intra-hospitalar. Seu veterinário irá ensiná-lo a dar fluidos e monitorar os sinais vitais.

Vivendo e gerenciando

parvo virose

Mesmo depois que seu cachorro se recupere de uma infecção por parvo virose, eles ainda terão um sistema imunológico enfraquecido por algum tempo e estarão suscetíveis a outras doenças. Uma dieta de alta qualidade e fácil digestão é melhor para o seu cão durante a recuperação.

Seu cão também continuará a ser um risco de contágio para outros cães por pelo menos dois meses após a recuperação inicial.

Lave todos os objetos que seu cão usa (por exemplo, pratos, casinha de cachorro, canil, brinquedos para cães).

Recuperação vem com imunidade a longo prazo contra o parvovírus, mas não é garantia de que seu animal de estimação não será infectado com o vírus novamente.

Prevenção da parvo virose em Cães

A melhor prevenção que você pode tomar contra a infecção é seguir o protocolo correto para a vacinação. Assim, filhotes jovens devem ser vacinados a partir das seis semanas de idade, com pelo menos duas vacinas após 10 semanas de idade, e não devem ser socializados com cães desconhecidos até pelo menos duas semanas após a terceira vacinação.

Raças de alto risco podem exigir um período de vacinação inicial mais longo de até 22 semanas. Durante este tempo, o seu cachorro deve apenas socializar em áreas privadas com cães conhecidos.

Evite todas as áreas públicas onde os cães passam tempo, incluindo o parque dos cães, a praia dos cachorros, as lojas de animais e outras áreas designadas por cães.

Sempre pegue as fezes imediatamente. É um bom hábito começar imediatamente, pois reduz a contaminação ambiental e reduz a disseminação de parasitas intestinais.

O vírus parvo é uma doença com sérias consequências. Ação rápida por você e seu veterinário dá ao seu cão o melhor prognóstico para uma recuperação completa.

Como escolher o nome do cachorro

por Camila Da Silva — publicado 23 jun 2019 - 9:45

como escolher o nome do cachorro

Muita gente fica em dúvida na hora de saber como escolher o nome do cachorro, e, a partir disso, acaba adiando a escolha e o pequeno pet passa da fase de aprender o seu nome. Afinal, a gente sabe que não é nada fácil selecionar uma palavra que combina perfeitamente com o nosso melhor amigo, não é mesmo?

Mas, calma! Existem alguns passos que podem te ajudar neste processo. E nós, do Portal do Dog, explicamos cada um deles logo abaixo. Acompanhe o conteúdo de hoje e aprenda a como escolher o nome do cachorro.

como escolher o nome do cachorro

Passo a passo de como escolher o nome do cachorro

Veja, a seguir, como escolher o nome do cachorro de uma maneira bem simples e prática.

1- Faça uma lista de potenciais nomes

O primeiro passo de como escolher o nome do cachorro é justamente listar todas as possibilidades que lhe vem à mente. Vale à pena investir na chamada “associação livre”.

Mas o que é essa associação livre? Bem, pense no seu novo pequeno melhor amigo. Pensou? Agora anote tudo o que vem em sua mente, com relação ao pet.

Exemplo: ração, potinho, fofinho, peludo, amigo, amor, enfim…

A partir disso virá em sua mente diversas opções de nomes, em meio a outras palavras que não fazem tanto sentido, é claro.

Cabe a você criar uma lista, mesmo que grande, dos potenciais nomes. Assim você já começa a ter uma visualização de todas as possibilidades.

2- Escolha os nomes com mais consoantes fortes

Feita a lista, você já poderá classificar para uma nova seleção aqueles nomes que contêm consoantes fortes. Como por exemplo, C, T, R, CH, X, etc. Você pode testar, falando. Assim ouvirá qual dos nomes são mais imponentes e marcantes.

Anote-os em sua segunda lista e parta para o próximo passo.

como escolher o nome do cachorro

3- Selecione os nomes mais curtos

Com uma lista mais enxuta em mãos, é hora de selecionar os nomes mais curtos. Você pode limitar com 10 opções. Assim você, novamente, escala aquelas possibilidades mais interessantes da sua lista, para uma nova.

  • Dica: Cuidado para não selecionar nomes que sejam parecidos com comandos. Por exemplo, o nome “Tião” pode ser facilmente confundido com o “não”. Bem como o nome “Benta” pode ser confundido com “senta”. E assim o seu cão pode ficar bastante confuso e desnorteado, tanto quando você chamar, quanto quando você tentar adestrá-lo.

4- Priorize aqueles que terminam com vogal

Agora você precisará estudar cada um destes nomes e selecionar aqueles que terminam com vogal. Sabe por quê? Porque os nomes que terminam em vogal são muito mais fáceis de serem decorados pelos pets. Logo, você estará facilitando a vida e a comunicação com os mesmos.

Porém, se todos os nomes terminarem com vogal, procure selecionar apenas 5 ou 3 “finalistas”. Vale ir no “minha mão mandou”, como também pode utilizar o seu gosto pessoal para decidir.

como escolher o nome do cachorro

Se for muito difícil, faça uma votação com os familiares ou até mesmo nas mídias sociais, com os seus amigos.

5- Escolha um nome que combina com a personalidade do seu cão

Encontrou os finalistas nesta trajetória? Então está na hora de selecionar o nome campeão!

Sim, esta será uma das fases mais difíceis, a gente sabe. Mas uma forma de melhorar esta escolha é pensando no nome como se ele já fosse do seu cãozinho.

Assim você poderá imaginar se há um “match” entre o nome e o dog, ou não. Imagine você o chamando, por aí, e já considere os potenciais apelidos que podem surgir a partir do nome selecionado.

Se, do mesmo modo, ainda houver dificuldades, recorra novamente a ajuda de familiares e amigos!

Não utilize nomes comuns demais

Lembre-se que o seu cão estará aprendendo a se adaptar ao novo nome e, por essa razão, ele não pode conviver com pessoas e pets que possam carregar nomes parecidos.

Por exemplo, se você tem uma irmã chamada Juliana, com apelido de Ju, o nome “Juju” talvez não seja o mais interessante para a sua cachorrinha.

É imprescindível que você seja criativo! Assim você cria um nome mais exclusivo e aumenta as chances de o seu cão se adaptar da melhor forma. Impedindo que ele se sinta “convocado” quando alguém chamar uma pessoa com um nome parecido, ou até mesmo outro pet.

O nome do cão é mais um mimo para o dono

O nosso passo a passo de como escolher o nome do cachorro é super simples, prático e fácil de executar, é verdade. Porém, antes de “quebrar a cabeça” tentando encontrar o nome ideal, lembre-se que a escolha está mais pautada em ser um mimo para o dono, do que para o próprio cão.

Isto é, o cachorro não estará nenhum pouco preocupado se o nome dele for porta ou for Tico. Mas, você dono, talvez não ache a palavra “porta” algo tão interessante assim, é verdade.

Portanto, não fique adiando esta escolha, e tampouco se estresse por isso! O “batismo” do seu pet deve ser divertido e repleto de carinho e amor. O resto é só o resto.

E é por este mesmo motivo que nomes de humanos também podem ser utilizados nos cachorros. Mas, claro que só podem ser utilizados se você seguir as mesmas regrinhas que mencionamos acima. Pois não adianta escolher um nome muito difícil de pronunciar, afinal, se é difícil para você falar, imagina para o cão entender, não é?

Contudo, deixe a sua imaginação e a sua criatividade aflorarem, e assim, escolha aquela palavra que mais descreve a personalidade ou uma característica do seu novo melhor amigo. Assim certamente não haverá erro na seleção! Pode acreditar!