Linha de montagem

por Samantha Kelly — publicado 1 ago 2012 - 2:40

Linha de montagem.

 

A Revolução Industrial pode ter trazido grandes mudanças para a humanidade, mas revolucionou mesmo a vida dos cães domésticos. Antes de ser pai do cachorro, o homem era seu patrão. “Até o começo do século 19, a maioria dos cachorros tinha de trabalhar para viver”, conta Lisa Peterson, porta-voz do American Kennel Club e especialista em história canina. Guiar ovelhas, guardar a casa, puxar trenós: era a função que garantia a ração. Mesmo os caçadores especializados da aristocracia (hounds de raposas, lobos, veados, javalis, lontras, além de farejadores e perseguidores) precisavam mostrar serviço. E assim foi até que o êxodo rural, a migração em massa do campo para as cidades, desequilibrasse as coisas. “Na Inglaterra, principalmente, muitos cachorros ficaram ‘desempregados’ “, conta Lisa. Mas isso não levou a uma extinção em massa ou a um boom de cães selvagens. O que aconteceu foi uma nova peneira: assim como na Pré-História os lobos mais gentis haviam entrado nas aldeias, agora eram os cachorros mais dóceis e adaptáveis que entravam nas primeiras metrópoles. Livre das obrigações da lida rural, os cães passaram a usufruir de mimos, guloseimas e passeios. Transformado em bibelô e símbolo de status, o cachorro deixou de ser avaliado pela sua função, e passou a ser pela aparência.

Os primeiros dog shows, mistos de olimpíadas e concursos de beleza, foram realizados na Inglaterra na década de 1830 – alguns especialistas insinuam que seu público vinha das lutas de cachorro, proibidas em 1835. Como os prêmios eram divididos por raça (nessa época, as reconhecidas eram duas dúzias), havia um estímulo para a criação de novas raças, que abocanhassem novos prêmios. E logo essa demanda ultrapassou o mundinho das passarelas: ter um cachorro diferente em casa passou a ser um símbolo de status. Partindo da matriz britânica, de 1873, pelo mundo inteiro surgiram kennel clubs promovendo o desenvolvimento de variedades regionais. A International Encyclopedia of Dogs (“Enciclopédia Internacional dos Cães”, ainda sem versão em português) traça esse big-bang: as cerca de 20 raças existentes em 1800 dobraram para 40 em 1873, e chegaram a 70 na 1ª Guerra Mundial. Hoje, segundo a Federação Cinológica Internacional, que estabelece os padrões das raças, há cerca de 400, dos mais diferentes tamanhos, cores e formas. Mas essa busca desenfreada pela variedade, e pela beleza, acabaria levando a vários problemas.

Zack tem 2 anos de idade. Ele é um cachorro bonito e obediente, que adora pessoas – os animais da sua raça, boxer, costumam ser extremamente sociáveis. Mas, quando conhece gente nova, Zack não age como um cão normal. Em vez de pular e latir, ele cai no chão e começa a tremer, babar e se contorcer incontrolavelmente. Quando a convulsão termina, solta um ganido terrível. Ele tem epilepsia, doença que afeta até 5,7% dos cães – taxa 8 vezes maior que entre os humanos. Já a pastora alemã Sybil, 7 anos, não tem nenhum problema de saúde; só não aguenta ficar sozinha. Quando isso acontece, começa a detonar a casa com uma fúria autodestrutiva – se não for contida, chega a quebrar os próprios dentes.

Talvez você não tenha visto casos tão extremos, mas certamente conhece algum cachorro que ficou cego, surdo, manco, morreu antes da hora por alguma doença… Mesmo com todo o esforço para aprimorar as raças, 1 em cada 4 cachorros carrega algum defeito genético sério. Eles sofrem mais problemas nos olhos e nos ossos e têm mais câncer do que nós. Como se isso não bastasse, também estão herdando as aflições humanas: um terço dos cachorros é gordo, e boa parte deles é neurótica. Segundo um estudo recém-publicado no Journal of Animal Behavior, 14% dos cães sofrem da chamada síndrome de separação, um distúrbio que causa dependência insuportável do dono. Isso significa que, percentualmente, o mundo tem 9 vezes mais cachorros doidos do que gente doida (1,5% da população humana tem algum transtorno mental). O que está acontecendo?

Dê uma boa olhada nas imagens da página ao lado. Essas rações não existem. Mas está vendo o “antes e depois” dos cachorros, bem no meio do pacote? É uma comparação real, feita a partir de dados fornecidos pelo Museu Suíço de História Natural, e mostra as transformações que duas raças sofreram nos últimos 100 anos. Ou melhor: as mudanças que nós impusemos a elas. Em apenas um século, reduzimos drasticamente o cérebro do buldogue e deixamos o bull terrier com crânio de dinossauro – alterações bizarras que, mesmo se viessem a ocorrer naturalmente, provavelmente levariam milhares de anos. Nós acabamos com o focinho do pug, reduzimos pela metade as patas do salsicha, turbinamos as dobrinhas do shar-pei e as orelhas do bassê… Tudo isso porque, a partir do século 20, os cães assumiram uma única função. Eles não têm de caçar, guardar nem pastorear; na maioria dos casos, só precisam ser bonitinhos para agradar aos donos. Para satisfazer a essa demanda puramente estética, os criadores foram selecionando os animais que possuíam as características desejáveis, e castrando ou matando os demais. Mas acabaram indo longe demais.

Isso porque, para acelerar o desenvolvimento das raças, os canis recorrem ao incesto. É considerado normal colocar indivíduos da mesma família para se reproduzir entre si – mãe com filho, avô com neta, etc. -, pois isso ajuda a reforçar as características dos animais. Se uma família de cães é orelhuda e seus integrantes só se reproduzem entre si, há chances enormes de que os descendentes também saiam orelhudos. Mas, a cada geração, todos os defeitos presentes no DNA da família são mantidos e reforçados, até explodir numa avalanche de doenças genéticas. É por isso que 63% dos golden retrievers têm câncer, 47% dos são-bernardos sofrem problemas nos quadris e 80% dos collies ficam total ou parcialmente cegos. Toda a população dessas raças se origina de um número pequeno de indivíduos, que tinha esses problemas. Existem mais de 500 doenças genéticas, que se espalham por praticamente todas as raças. É por isso que, mesmo se o cachorrinho da sua avó ficou cego, ela provavelmente não ficou: os cães têm 3 vezes mais doenças genéticas que nós.

E isso, além de todo o sofrimento emocional que provoca, também tem um custo: só nos EUA, o dinheiro gasto com cachorros quintuplicou nos últimos 5 anos – e as despesas que mais crescem são, justamente, com veterinário. Nossos cães nunca estiveram tão doentes. “Algumas raças estão num beco sem saída. Se elas não forem misturadas, poderão caminhar para a extinção”, acredita o biólogo Ray Coppinger, da Universidade Hampshire, nos EUA. Quer dizer: no futuro, todos os cães poderão ser meio vira-lata. Ou, no mínimo, bem diferentes do que são hoje.

O Kennel Club inglês decidiu alterar os padrões oficiais de 209 raças para tentar reverter os exageros e driblar as falhas genéticas. O bassê não pode mais ter pele solta, o labrador não pode ser gordinho, o pastor alemão deve ter as patas traseiras maiores. E ficam terminantemente proibidos os cruzamentos entre cães da mesma família. As novas regras começam a valer em junho, mas só na Inglaterra, pois ainda não foram ratificadas pela Federação Cinológica Internacional. E, mesmo se a reforma pegar, seus efeitos só serão percebidos daqui a várias gerações de cães. Os 400 milhões de cães que existem pelo mundo necessitam de ajuda imediata – e para uma questão ainda mais urgente.

 

Fonte

Meu cachorro não quer comer! O que fazer?

por Handreza Hayran — publicado 12 ago 2019 - 9:45

cuidar do cachorro

Meu cachorro não quer comer. E agora? Essa é uma pergunta muito comum pra quem tem um cachorrinho em casa. Mas fique tranquilo se acaso esse comportamento acontecer apenas de forma eventual. Contudo, se o seu cachorro não estiver querendo comer há alguns dias, ligue o sinal de alerta. A falta de apetite, no entanto, pode indicar alguma doença.

De fato, a falta de apetite do seu cão pode apresentar uma série de causas.

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O que se deve saber sobre o banho e tosa?

por Handreza Hayran — publicado 12 ago 2019 - 9:45

banho do cachorro

O banho e tosa são essenciais. Se acaso você tem um animalzinho de estimação e deseja saber mais sobre o assunto, então acompanhe esse artigo e saiba mais sobre a prática, tão importante para o seu pet.

O banho e tosa é muito útil e importante. Isso porque todo o pet precisa de uma boa higiene para manter-se sempre limpo. Mas, é claro que nem sempre os donos têm tempo de fazê-lo em casa.

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Cachorros fofos: Conheça os mais famosos

por Handreza Hayran — publicado 11 ago 2019 - 9:45

Filhote branco da raça Samoieda representa cães no verão

Quem gosta de animais de estimação certamente sabe que é difícil resistir a um cãozinho fofo. Aliás, eles não são apenas cachorros fofos, eles ajudam os humanos em diversas tarefas.

Hoje em dia podemos encontrar cães que participam de operações policiais, sobretudo em resgates, tratamentos e muito mais. Aliás, temos os cães guias, que fazem um trabalho muito importante. Que tal conhecer os cachorros fofos mais amados do mundo?

Raças de cachorros fofos

Antes de mais nada,

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Meu cachorro não quer comer! O que fazer?

por Handreza Hayran — publicado 12 ago 2019 - 9:45

cuidar do cachorro

Meu cachorro não quer comer. E agora? Essa é uma pergunta muito comum pra quem tem um cachorrinho em casa. Mas fique tranquilo se acaso esse comportamento acontecer apenas de forma eventual. Contudo, se o seu cachorro não estiver querendo comer há alguns dias, ligue o sinal de alerta. A falta de apetite, no entanto, pode indicar alguma doença.

De fato, a falta de apetite do seu cão pode apresentar uma série de causas. Pode ser que ele apenas não goste da ração em questão ou então esteja ruim do estômago. No entanto, ela deixa de ser normal quando ultrapassa 2 dias de duração.

1. Por que meu cachorro não quer comer?

O que responde a sua pergunta “por que o meu cachorro não quer comer” são diversas hipóteses. Algumas delas são:

Seu cãozinho pode estar enjoado da mesma ração

ração

Foto: Freepik

Assim como nós, os cães também enjoam de comer a mesma comida de sempre. Portanto, para solucionar esse problema, experimente trocar a ração por outra semelhante e alimente-o, também, com petiscos, legumes e frutas.

Mas, atenção: não é porque o seu bichinho está enjoado da ração que você deve dar comidas que não são indicadas para ele. Todavia, chocolate e comidas com muito sal e tempero não são nada indicadas, certo? Lembre-se que elas prejudicam a saúde do seu animal.

Houve algum tipo de mudança na rotina do seu cão

cachorro não quer comer

Foto: Freepik

Os cães são muito influenciados, sobretudo, pelo que acontece ao seu redor. Por isso, mudanças na rotina, como a mudança de residência, a estadia em uma casa diferente ou um hotel, ficar longe dos donos e muitas outras podem interferir no apetite do cão.

Aliás, perder alguém querido, humano ou animal, também faz com que o apetite do seu cão seja perdido. Isso porque, assim como nós, os animais sofrem. Com isso, apresentam mudanças, assim como qualquer outro ser com sentimentos.

Outra coisa que influencia é a mudança da temperatura. Oscilações de temperatura, ou seja, momentos de calor ou frio em excesso, fazem com que o cachorro perca o apetite. Avalie, então, se essas não são as respostas para a pergunta: “por que meu cachorro não quer comer?”. Nesses casos, não se preocupe que a falta de apetite do seu cãozinho durará no máximo 1 dia.

No entanto, se durar mais, procure um veterinário. Especialmente se essa falta de apetite vier depois de uma perda. Desse modo, seu cão pode desenvolver depressão.

Quando o cachorro não quer comer ele pode tá com problema de saúde

cachorrinho

Foto: Freepik

A falta de apetite do seu cão também pode ser em virtude de alguma doença. Surpreendentemente, há uma série de problemas de saúde que apresentam esse como um dos sintomas. No entanto, não se preocupe, se essa for a causa, o seu cachorro irá negar todo e qualquer tipo de comida.

Além disso, dores de dente também podem afetar o seu cãozinho. E não é só nos humanos que esse tipo de dor é um verdadeiro incomodo, viu? Uma dor de dente canina pode fazer com que seu bichinho tenha dificuldades na mastigação e, em consequência disso, não conseguir comer.

Nesses casos, a melhor escolha é, sem dúvida, levar o seu animalzinho a um médico veterinário para ser examinado. Somente um veterinário poderá passar a medicação e os cuidados corretos, independentemente do problema de saúde do seu animal.

2. Os cães de porte pequeno não devem ficar muito tempo sem comer

Não apenas os cachorros de raças toy, como o pinscher ou o chihuahua, como também os filhotes, apresentam pouca reserva de gordura no corpo. Por isso, no caso de ficarem mais de 12 horas sem ingerir algum alimento, eles têm mais facilidade e probabilidade de sofrer hipoglicemia.

3. O que eu faço quando o meu cachorro não quer comer?

cachorro

Foto: Freepik

Quando o seu cachorro não quiser comer, experimente oferecer a ele pedaços magros de carne de frango ou carne. A partir disso, você poderá perceber, de fato, se é apenas insatisfação com os alimentos ou algo a mais.

No entanto, se caso o seu cão estiver com dores de dente ou dificuldades de mastigação, ofereça a ele papinha de bebê que tenham a carne em sua composição. Se você não tiver a papinha a sua disposição, adicione caldo de frango ou água morna nos alimentos secos, como a ração.

Tente oferecer a comida na mão. Alguns só ingerem algum alimento quando estão doentes desta maneira. Aliás, tente alimentos que tenham um bom cheiro ou aqueles produtos enlatados que são feitos especialmente para cães.

4. Dicas para manter o seu cachorro com uma boa alimentação

ansiedade de separação

Foto: Freepik

Se caso você não esteja se perguntando “meu cachorro não quer comer, o que fazer?”, mas deseja manter o apetite do seu cão e prevenir algum tipo de problema, certifique-se de que a saúde do seu pet está em dia.

Além disso, veja se ele não sofre de ansiedade. Pois, cães com ansiedade também podem sofrer com problemas de apetite. Esses problemas de ansiedade podem acontecer, sobretudo, quando o cachorro fica sozinho em casa por um longo período.

A ansiedade é desenvolvida quando eles ficam esperando por um dos donos chegar de forma quase que obsessiva, chorando e latindo para tentar chamar a atenção de alguém e, em consequência, você volte por isso. É necessário, também, que cuide desse tipo de atitude.

Dica para amenizar a ansiedade do seu cão

Caso o seu cachorrinho apresente sintomas de ansiedade, tente dar a ele brinquedos em que haja a interação. Ursinhos e roupas que tenham o seu cheiro também são ótimas pedidas para aqueles longos períodos longe do seu pet.

5. Cuide do seu cãozinho

Esteja atento quando o seu cãozinho apresentar algum problema com relação a alimentação.

Por fim, lembre-se que você é o tutor dele e é o seu dever cuidá-lo e protegê-lo. O seu cão vê em você um porto seguro. Não deixe de cumprir esse papel.

Além disso, o amor que eles nos oferecem recompensa todo e qualquer tipo de cuidado que tenhamos que ter com eles. Não esqueça que o seu bichinho estará com você nas horas boas e nas ruins. Não é à toa que o cachorro é visto como o melhor amigo do homem!

O que se deve saber sobre o banho e tosa?

por Handreza Hayran — publicado 12 ago 2019 - 9:45

banho do cachorro

O banho e tosa são essenciais. Se acaso você tem um animalzinho de estimação e deseja saber mais sobre o assunto, então acompanhe esse artigo e saiba mais sobre a prática, tão importante para o seu pet.

O banho e tosa é muito útil e importante. Isso porque todo o pet precisa de uma boa higiene para manter-se sempre limpo. Mas, é claro que nem sempre os donos têm tempo de fazê-lo em casa. Ou então, o animal apresenta uma quantia tão grande de pelos que fazer esse trabalho em casa pode ser algo difícil.

Aliás, esse trabalho não é tão simples quanto se pensa. Os profissionais que trabalham com esse tipo de serviço necessitam de capacitação. Por isso, não se engane em pensar que é apenas um banho e um simples aparo nos pelos.

O que se deve saber sobre o banho e tosa?

Para que você se sinta mais seguro, é extremamente importante que você saiba mais sobre o assunto. Assim, você não terá muitas preocupações sobre o assunto.

1. A frequência do banho e tosa de um cão é diferente ao de outro

filhote

Isso porque tudo depende da raça, do tipo de pelagem do seu cão e outros fatores. Por isso, não leve em consideração a frequência do banho e tosa de outro cachorro.

Além disso, apesar da higiene ser muito importante, ainda assim não dever ser feita demasiadamente. Se a higiene for feita de forma excessiva, o banho e tosa podem trazer problemas de saúde para o seu cãozinho, algo que você com certeza não quer.

Outro fator a ser levado em consideração é de que esse momento pode ser estressante ao seu animalzinho. Isso em razão de ele estar em um ambiente desconhecido e longe do seu amado dono. Este é outro motivo para que o banho e tosa não seja feito com muita frequência.

2. Não faça os serviços de banho e tosa em seu pet se você não souber como fazer

Lembre-se de que seus animais não são suas cobaias. E que, além disso, as pessoas responsáveis pelos banho e tosa em um estabelecimento específico pra isso possuem formação.

Aliás, um banho inadequado pode fazer mal a saúde do seu bichinho. Alguns animais apresentam alergias à certos produtos utilizados em banhos e tosas. O seu pode ser um desses, então todo o cuidado é pouco. Como dito anteriormente, um estabelecimento de banho e tosa tem um médico veterinário responsável, ele poderá ajudar o seu pet.

3. Os filhotes demandam mais cuidados quando se trata de banho e tosa

banho

Os primeiros banhos do seu animalzinho devem ser feitos em casa. Isso porque os filhotes têm mais medo e ficam mais estressados em um local diferente e estranho do que os adultos. Não é necessário sujeita-lo a isso em um primeiro momento.

Aliás, não comece a dar banhos em seu bichinho muito cedo. Espere que ele tenha, no mínimo, 2 meses completos. Assim, intoxicação ou alergia aos produtos usados serão menos graves caso ocorram.

Vale lembrar, inclusive, que para que ocorra o primeiro banho e tosa do seu filhote em um estabelecimento é inegavelmente necessário que ele esteja com as vacinas e o vermífugo em dia. Isso porque ele estará em contato com outros cães que, talvez, tenham algum tipo de doença.

4. Há uma série de cuidados a serem tomados pelo profissional responsável

Esses profissionais, que geralmente são chamados de auxiliar de veterinário ou de técnico veterinário, devem tomar uma serie de cuidados ao realizarem banhos em todos os animais. Usar luvas e mascaras, por exemplo, são cuidados essenciais e não devem ser esquecidos.

Além disso, ele não deve, em hipótese alguma, deixar um animal desassistido. Aliás, o local de banho e tosa deve estar devidamente limpo, bem como a gaiola em que o animal ficar.

E por falar em gaiola, não se deve colocar animais de famílias diferentes em uma mesma gaiola, nem mesmo deixar que o animal se seque nela. Para a secagem do animal o secador deve ser usado, mas com o cuidado adequado com a distância e o tempo adequados também.

5. Como procurar o banho e tosa ideal para os meus animais de estimação?

banho e tosa

  • Procure perguntar aos seus amigos e conhecidos sobre indicações de banho e tosa. Ou, se caso não for possível, pesquise na internet e veja o que as pessoas falam sobre os estabelecimentos. Um local mal falado na internet não deve ser opção em nenhum momento.
  • Procure fazer uma boa pesquisa a fim de saber sobre o lugar. Mesmo que seja possível fazer pelo celular, procure visitar o lugar com a desculpa de perguntar o preço. Desta forma, é possível que você conheça o estabelecimento e forme uma primeira impressão sobre o local.
  • Não se esqueça que é de extrema importância que você conheça e confie no local onde seus animais de estimação terão os serviços de banho e tosa. Afinal, não e trata apenas de um banho, mas sim de um cuidado de saúde.

Além disso, se caso você perceber que o banho e tosa em questão não respeitam as normas, procure a vigilância sanitária. Assim, você estará fazendo a sua parte e alertando, de forma indireta, aqueles donos desavisados que levam os animais lá.

6. Quantas vezes meu cachorro deve tomar banho?

cachorrionho

  • Tomar banho uma vez por mês funciona para a maioria dos cães.
  • Cães com uma pelagem oleosa, como Basset Hounds, podem precisar de banho com a frequência de 1 vez por semana.
  • Muitas raças de pelo curto com pelagem lisa, como Beagle e Weimaraners, se dão bem com banhos menos frequentes.
  • Raças com pelos repelentes de água , como Golden Retrievers e Great Pyrenees , devem ser banhadas com menos frequência, de modo a preservar seus óleos naturais.
  • Cães com pelos grossos e duplos, como o Samoiedas, Malamutes e outras raças, se dão melhor com menos banhos e muita escovação extra, que se livra de pelos soltos e mortos e ajuda a distribuir óleos naturais.

O cuidado com o animal de estimação é essencial

cachorro

No momento em que você decide ter um animal de estimação, você está, portanto, assumindo compromissos. Os animais são como crianças. Eles merecem atenção, cuidado, banho e todo amor.

Não adote um animal se você, de fato, não estiver pronto para isso. E se caso estiver, tenha em mente que haverá gastos com os cuidados a serem feitos. Mas, saiba que esses gastos e cuidados são recompensados com o amor que eles têm a oferecer.