Fratura óssea em cães

Dentro da medicina, as fraturas ósseas são classificadas em diferentes tipos e gravidades, sendo importante a avaliação de um médico veterinário nessas horas.

por George Augusto — publicado 2 dez 2014 - 22:36

A fratura óssea, ou popularmente chamada de osso quebrado, é uma das condições que mais aparece nas grandes clínicas veterinárias, não só do Brasil, mas de todo o mundo. Muitas vezes a fratura num animal pode assustar bastante o tutor, já que em alguns casos, o osso pode atravessar a pele e ficar posicionado externamente (fratura exposta),  tornando-se um visual bastante desconfortável para quem tem esse contato. Dentro da medicina, as fraturas ósseas são classificadas em diferentes tipos e gravidades, sendo importante a avaliação de um médico veterinário nessas horas.

Nem toda fratura é resolvida com uma simples imobilização feita em casa ou em um consultório veterinário. Existem casos que só a intervenção cirúrgica é a opção, principalmente no caso do animal que apresenta múltiplas fraturas em um único osso. É de suma importância que o tutor do animal, ao perceber uma fratura grave, leve o cão a um especialista da área. Existem tutores que tentam resolver o problema na própria residência, fazendo imobilizações errôneas. Isso pode causar problemas graves futuros, pois quando a fratura calcificar, o membro pode ficar totalmente danificado. Outro ponto, que também  é importante ressaltar,  diz respeito às fraturas expostas, quando os tutores, por conta própria,  tentam reposicionar o osso para a posição original. Isso já fez inúmeros cães perderem a vida, pois, na tentativa de por osso para dentro novamente, pode-se romper artérias importantes.

A maioria das fraturas ósseas é normalmente causada por atropelamentos. Os cães que fogem de casa, e não são acostumados a viver em meio ao trânsito, acabam se atravessando na pista e sendo atingidos pelos veículos. Outra causa  que também ocorre com muita freqüência, principalmente em cães pequenos, é o pisoteio. Cães filhotes e de raças muito pequenas, como: Pinscher, Yorkshire e etc, são propensos a serem lesionados acidentalmente. São encontrados também muitos cães com fraturas devido às brigas nas ruas. Normalmente, isso acontece em época de cio das cadelas das proximidades, onde ocorre a competição de machos. Os casos de fraturas em cães, mais difíceis de serem encontrados nas clínicas das cidades, são decorrentes de disparo de arma de fogo. Essa causa ocorre mais em meio rural, principalmente em cães usados pra caça.

Foto: Reprodução

Foto: Reprodução

Os sinais clínicos de animais com fraturas ósseas são bem amplos. Normalmente, os cães domésticos, comparados com os seres humanos, são mais resistentes à condição dolorosa. Por conta disso, os sinais que o animal irá apresentar, dependerá da localidade onde foi lesionado. De qualquer forma, no caso de um atropelamento, fica difícil diagnosticar os lugares e a quantidade de fraturas que sofreu o animal sem que sejam feitos exames complementares.

Animais que sofreram fraturas nos membros, tanto posteriores quanto anteriores, usualmente apresentam as seguintes sintomatologias: O animal suspende o membro afetado pela lesão; Sensibilidade ao ser tocado na região; Animal apresenta uma conduta depressiva, procurando um local para ficar isolado; Pode apresentar agressividade.

Animais que sofreram fraturas nas costelas, apresentam comumente os seguintes sintomas: Respiração difícil; Dor ao ser tocado na região dos flancos; Anorexia (Não se alimenta); Apresenta prostração; Tende a apresentar cifose (desvio da coluna, assemelhando-se a um arco).

Os pets que apresentam fraturas na coluna vertebral, normalmente são os casos de mais fácil diagnóstico, pois apresentam sinais clínicos bem característicos, tais como: Membros posteriores flácidos, arrastando os mesmos; Cauda do animal não permanece em pé, e sim flácida e sem movimentação; Os membros posteriores não apresentam sensibilidade à dor.

Como dito anteriormente, as fraturas ósseas dentro da medicina são classificadas dependendo do seu tipos e gravidade. As fraturas podem ser em apenas um local do osso, ou em várias partes, sendo estas últimas classificadas como fraturas múltiplas. De um modo resumido, as fraturas se diferenciam basicamente em dois tipos, as completas e as incompletas.

Fratura completa: A fratura completa, como o próprio nome diz, é quando o osso quebra por completo, ou seja, há a separação total, ocorrendo o afastamento do osso. Nesse caso é de fácil percepção, já que o membro fica totalmente solto, sendo segurado apenas pelos tendões, músculos e pele. Nesse caso é indicado a intervenção cirúrgica de emergência. Dentro da classificação da fratura completa, existe a diferenciação de fratura aberta e fechada.

Na aberta, também chamada de exposta, o osso fraturado atravessa a pele do animal ficando no meio externo. É nesse caso que de maneira nenhuma deve-se tentar recolocar o osso na posição normal, pois pode romper vasos importantes. Na fratura fechada, o osso não atravessa a pele, não aparentando nenhuma lesão pelo meio externo.

Fratura incompleta: Nesse caso, a fratura é  menos grave, pois não há o rompimento total do osso. Normalmente ocorre apenas uma fissura, causando dor e suspensão do membro pelo animal, porém é percebido que o membro não fica solto como na fratura completa. Nesse caso o médico veterinário pode optar pela imobilização com gesso.

O diagnóstico para as fraturas ósseas são simples, porém só devem ser feitas por um médico veterinário de sua confiança. Primeiramente é feita a anamnese e, conseqüentemente, o exame clínico do animal. O principal exame a ser requerido em suspeita de fratura é o Raio X. Ele pode ser feito apenas no local suspeito da fratura pelo médico veterinário ou, em casos de atropelamento, pode ser requerido que sejam radiografadas várias partes do corpo. No caso dos animais que vão passar por cirurgia para a fixação óssea, é necessário que se façam exames laboratoriais para uma boa segurança cirúrgica.

O tratamento é de acordo da gravidade da lesão. Como dito anteriormente, pode ir apenas de uma imobilização simples, até uma cirurgia complexa. Na cirurgia, normalmente são usados pinos e placas para uma boa fixação dos ossos. As lesões na coluna vertebral, normalmente são de prognóstico ruim, sendo necessário o uso de cadeiras de rodas especiais. As fraturas de costelas devem ter uma atenção especial, pois trazem o risco da perfuração de órgãos internos. Isso tudo deve ser examinado pelo clínico.

A prevenção consiste em não permitir que os cães fiquem na rua, próximo ao trânsito. Deixe o animal em um local seguro, longe de vândalos, marginais, cães de rua, carros, armas de fogo e outros perigos. Em caso de qualquer suspeita de fratura óssea, o animal dever ser levado a uma clínica veterinária, imobilizado. Não é indicado que o pet seja muito manipulado, para que não ocorram lesões mais graves.

 

Por: George Augusto von Schmalz Portella de Macedo

Ocupação: Acadêmico de Medicina Veterinária

Contato: [email protected]

Dicas para um aniversário de cachorro criativo e acessível

por Maluh Bastos — publicado 15 fev 2019 - 20:10

Cachorros de raças diversas com chapéus de aniversário

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Quando levar um filhote para casa?

por Maluh Bastos — publicado 14 fev 2019 - 7:10

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Cães e psicologia também tem tudo a ver: conheça o behaviorismo

por Maluh Bastos — publicado 13 fev 2019 - 7:10

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Cães e psicologia. Há quem diga que são temas totalmente distantes um do outro. Mas, não são tanto assim. Se hoje seu cãozinho consegue aprender coisas fascinantes com algumas recompensas ou correções é graças a estudiosos da psicologia. Como o chamado ‘behaviorismo’ (ou estudo do comportamento) que é um segmento da psicologia baseado em estímulos que justifica bastante as respostas dos nossos dogs aos treinamentos que fazemos com eles.

Qual é a primeira coisa que você faz se seu cachorro faz xixi no lugar certo?

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Dicas para um aniversário de cachorro criativo e acessível

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Cachorros de raças diversas com chapéus de aniversário

Aniversário de cachorro é uma tendência que veio para ficar.

Segundo dados da Associação Brasileira da Indústria de Produtos para Animais de Estimação (ABINPET), o Brasil é o 3º país do mundo com maior faturamento em produtos pet e o 4º país do mundo em população total de animais de estimação. Essa estatística somada ao já famosos amor e carinho brasileiros traduzem o porquê de tanto aniversário de cachorro estar se proliferando pelos bairros e cidades do país.

A indústria, é claro, vai crescer junto. Para se ter uma noção, uma festinha para cão pode custar dos singelos R$50 a R$150 (por um bolo comestível para cães) aos não tão singelos R$20 mil (se você quiser salão de festas, decorações, balões, fotografia, animadores, etc.).

Pastor alemão com balões azuis

Dos mais simples aos mais chiques, os aniversários estão bombando.

Aliás, o preço máximo não tem limites – a extravagância é do tamanho que se permitir e se puder, claro. Porém, nos pacotes e kits de aniversariantes dos buffets caninos, a faixa de preço pode permanecer entre os R$80 aos R$200.

Dicas para o aniversário de cachorro

Existem algumas dicas para que você faça uma festa ainda mais criativa e linda para o seu cãozinho. Claro que se você quiser a festa pode ser caríssima. Seu dog merece, aliás. Porém, você verá que com pouco dinheiro, você também pode fazer uma festinha de arromba para o público humano e canino.

01 ) Use a criatividade na decoração e no tema!

Nem sempre estamos com aquela reserva na poupança para o aniversário do Luke, da Maya, do Spot, da Laika… por isso, é preciso usar a cabeça para ter ideias legais na decoração da festa.

Uma delas é se utilizar de elementos relativos a cachorros para decorar. Por exemplo: recortes em formatos de ossinhos e patinhas. Pegar um balão e colar orelhinhas de cartolina e um focinho de papel com uma língua e dois olhinhos também é uma ideia. Para a mesa, abuse dos ossos e das patinhas, potinhos pequenos para simular cumbucas de comida e de água.

Decoração de mesa de aniversário para cachorro

Abuse de elementos como patinhas e ossinhos. Pode utilizar elementos infantis também que combinem com o tema dos dogs.

Caso isso seja muito trabalhoso para você, segue outra ideia: utilize temas de filmes ou histórias que tenham cachorros ou animais como personagens principais, por exemplo: 101 dálmatas, Scooby-doo, Snoopy, Madagascar, Os Sem Floresta, etc.

Em última hipótese – ou até em primeira – pode utilizar utensílios de festa normais. Chapéuzinhos de cone, balões, bandeirinhas… tudo fica mais fofo com nossos dogs.

02 ) Para o bolo, use receitas caseiras

Existem empresas especializadas em fazer bolo para cachorro e as receitas são bastante variadas. Porém, para quem não se programou para isso, segue a dica: faça um bolinho com base de ração!

É muito simples. Baste umedecer a ração para que ela se torne uma massa molhadinha. Coloque-a numa forma e depois leve-a ao forno por aproximadamente 10 minutos.

Bolo caseiro para cachorro

Bolo caseiro é sempre uma boa pedida para economizar e fazer bonito (Img: Joanna Meyer)

Você pode fazer mais de uma massa para criar duas ou três bases. Como recheio e cobertura, é possível utilizar comida de lata ou sachê. Para o toque final, para fazer o efeito dos confetes, use ração de filhote que costumam ser bolinhas pequenas e coloridas. Espalhe por cima do bolo e terá um efeito bem bacana.

03 ) Os aperitivos

Você pode seguir a mesma receita do bolo para fazer ‘cupcakes’ caninos ou até mesmo ‘brigadeiros gourmet’ caninos de sabores variados. O recheio vai mudando de acordo como sabor do sachê ou comida enlatada que você escolher.

Porém, você pode usar os próprios petiscos para cachorro como aperitivos da festinha. Ossinhos, bifinhos, enfim… o petisco é liberado!

Bolo temático com prato de petiscos

Os petiscos podem ser adquiridos em lojas e colocados em pratos decorativos

Porém, atenção: cuidado na hora de servir os petiscos.

De preferência, distribua para os donos primeiramente e peça para que todos deem na mesma hora em locais separados. A disputa por comida é um dos cuidados mais importantes numa festinha para cachorros. Não queremos que a festa se transforme numa briga generalizada.

04 ) Sociabilização saudável

Como já foi dito acima, você deve prestar atenção para que sua festa seja um sucesso. Para que isso aconteça, não basta a decoração e a comida estarem no ponto. O clima da festa deve ser agradável e confortável para os convidados, não é?

Por isso, na hora de fazer a lista de convidados, observe bem o perfil de cada um deles. Se o seu pet tiver um amigo mais “brigão”, converse com dono deste amigo e talvez leve uma lembrancinha para ele em outra ocasião – o aniversário de cachorro não é um ambiente para ele.

Como terão muitos animais presentes, certifique-se que os convidados sejam dóceis e bem sociabilizados. A harmonia do ambiente, no fim das contas, também será de sua responsabilidade.

Cavalier King Charles e Bulldog Francês deitados em aniversário

A sociabilização é fundamental para que todos fiquem tranquilos e a festa transcorra com harmonia.

Além disso, evite brincadeiras muito ‘acaloradas’ (disputas por comidas, corridas, torcidas, música alta, etc.) para que os animais não se agitem muito. A excitação em excesso pode levar ao estresse e à agressão.

No mais, é alegria na certa! Curta o niver do seu dog com os amigos humanos e de quatro patas.

Quando levar um filhote para casa?

por Maluh Bastos — publicado 14 fev 2019 - 7:10

alt="filhoteparacasa"

A ansiedade para levar um filhote para casa é enorme. Todos os donos de pet já passaram por isso. Sejam adotados ou adquiridos em canis especializados, sejam os donos adultos ou crianças, sejam os cães SRDs ou de raça… a vontade de tê-los animando nossa rotina é grande demais e, algumas vezes, queremos fazer o tempo correr mais rápido e pegar o filhote como está para darmos todo o carinho do mundo. Porém, essa vontade, se concretizada, pode fazer mal ao filhote e afastá-lo da mãe e da ninhada antes do tempo pode prejudica-lo em mais aspectos do que você imagina.

Filhotes de cachorros

A ansiedade para levar um filhote para casa é grande, pois é uma fase realmente adorável.

Antes de levar um filhote para casa

É importante ressaltar primeiro que o aspecto psicológico do cão funciona diferente do humano. Se o processo for levado da forma natural, sem maus tratos e com o tempo certo, a tendência é que o cão não crie traumas, pois, os cães não vivem no passado – eles vivem o presente.

Claro que experiências fortes e agressões podem gerar inseguranças e reações instintivas como consequência, porém, se tudo for feito de forma saudável, o cão não ficará lembrando da mãe ou dos irmãos com saudades – isso é coisa de humanos!

Filhotes de cachorros

Se feito de forma natural e com carinho, a tendência é que o filhote se adapte facilmente à nova família.

Porém, isso não quer dizer que você o tratará com indiferença ou descuido. Pelo contrário: você deve cuidá-lo com carinho e amor para que ele se adapte rapidamente ao novo ambiente e se sinta confiante na nova rotina e com os novos membros da sua pequena matilha.

A insegurança, no início, é normal, pois os cheiros são novos, as pessoas são novas, o ambiente é novo. Mas, se tratados com carinho, disciplina e atenção, a tendência é que se adaptem rapidamente no dia a dia da família sem maiores transtornos.

Quando levar um filhote para casa?

Há quem diga que o prazo ideal para levar retirar um cão da ninhada é de 40 dias. Porém, este prazo é questionável, principalmente quando se considera a amamentação e a sociabilização e interação do cão que são aprendidos com a mãe.

Sociabilização

Sim, muitas questões comportamentais básicas como a sociabilização são aprendidas cedo, com a mãe dos filhotes. A mãe controla hábitos dos cães e lhes impõe limites. Quem já teve a oportunidade de observar uma ninhada de filhotes recém-nascidos, já deve ter percebido movimentações interessantes. Por exemplo: a mãe se levantar quando cansa de se amamentar. Ou a mãe rosnar e latir rapidamente quando os filhotes estão muito efusivos ao seu redor. Ou, ainda, apanhá-los com a boca para retirá-los de algum lugar no qual, segundo ela, o filhote não deveria estar.

Cachorros Filhotes

As mães ensinam muito aos seus filhotes

Este é um tipo de disciplina quase insubstituível, pois, só os cães conseguem se comunicar da forma que se comunicam. Os limites impostos pela mãe e a forma que elas os exige é muito mais fácil para a compreensão dos cãezinhos do que o nosso “não!”. Enquanto eles irão se esforçar muito para nos entender, com a mãe, a mensagem é captada mais facilmente e ela, como líder dos filhotes, a obediência vem quase que imediatamente.

Além da mãe, existe a convivência com os irmãos de ninhada que também ensina muito. Entre eles, é trabalhada a segurança e a coragem nas brincadeiras. Um cãozinho inseguro pode ser um problema sério para os futuros donos. Há adestradores que digam que um cão inseguro é até mais perigoso que um cão agressivo, pois, você nunca sabe o que pode despertar uma reação indesejada dele.

Cachorros Filhotes

Irmãos podem se ensinar muito na ninhada.

Por isso, essa convivência com os irmãos é muito importante para garantir que o filhote não tenha medo de outros cães e saiba interagir em bando sem agressividade ou medo.

Amamentação

É fundamental que os cãezinhos estejam bem de saúde. Por isso, o leite materno é vital para que o sistema imunológico deles esteja com tudo em cima. Através do colostro da mãe, as substâncias necessárias para o fortalecimento da imunidade dos filhotes são transmitidas e garante um desenvolvimento forte para todos da ninhada.

Também é importante cuidar da saúde da mãe neste período. Garantir que ela amamente em um lugar calmo, arejado e tranquilo para que tenha paciência ao amamentar os seus filhotes (já imaginou aquela ninhada de 10 filhotes?).

Cachorros Filhotes

Amamentação é fundamental para criar a imunidade dos filhotes

Porém, como já foi citado, ela mesma sabe seus limites – no entanto, fique atento! Existem cadelas que se negam a dar de mamar por motivos de estresse ou de saúde. Se o tempo de distância entre a cadela e os cãezinhos começar a se prolongar demais, procure um veterinário.

No fim das contas…

Somando o tempo médio de amamentação – a maioria das cadelas costumam alimentar os filhotes até os dois meses (pouco mais ou menos) – com o tempo de educação e socialização com irmãos e mãe, podemos dizer que três meses é o ideal para levar o filhote para casa com segurança e tranquilidade de que está pegando um cãozinho seguro por dentro e por fora.

Cachorros Filhotes

Levado na hora certa, o filhote irá se adaptar perfeitamente na sua nova família!

Mantendo os cuidados da mamãe e o amor dos irmãos caninos, com certeza o filhote irá se incorporar à sua família humana com muita facilidade!