22 maio 2017 - 21:50

Lari

Tutor(a): Julia Griebeler

Meu nome é Lari, tenho quase seis aninhos e moro com a minha mamãe.
Quando eu ainda era um bebê, ela me buscou na casa da minha mãe canina e me levou para casa.
No primeiro dia fiquei bem quietinha, mas depois comecei a destruir tudo e fazer muita bagunça. Lembro que no começo minha mamãe era bem tristinha, ficava brava muito fácil com as coisas que aconteciam com ela. Então eu descobri que ela tinha um dodói que deixava ela assim e foi por isso que minha vovó deixou ela me levar pra casa.
Com o tempo ela foi ficando mais feliz, eu sempre animava ela mesmo quando comia o sapato novinho, ela já não ficava mais tão brava e nosso amor só crescia. Todos os dias ela me dizia o quanto ela era feliz comigo. Esse ano fiz um xixizinho com sangue e a mamãe me levou na tia vet que disse que eu estava com pedra na bexiga, então tive que fazer uma cirurgia de emergência. Não gostei nadinha, mas agora estou melhor que nunca.
De vez em quando passo uns dias na casa da minha vovó que mora em outra cidade e ela me enche de mimos bem gostosos, são tipo minhas férias hehe. Ela sempre diz que eu mudei muito minha mãe e quanto ela melhorou depois de mim, e acho que é verdade porque já ouvi isso várias vezes.
Sou muito amada por todos, tenho um papai que no começo não era muito apegado comigo mas agora sei que me ama também, até ja fiz xixi na cama dele e ele nem brigou comigo (mas agora não posso mais subir na cama). Mamãe reclama que sou muito ciumenta com ela, quando eles se beijam eu brigo com eles hehe mas é porque gosto de ter todas as atenções e quero a mamãe só para mim. Até fico triste quando fico sozinha em casa e choro um pouco, e por causa disso o pessoal do prédio reclama de mim mas não estou nem aí, a mamãe sempre volta e eu fico feliz de novo.
Acho que estou cumprindo muito bem o meu papel de amiguinha peluda neta vida, fazendo o bem a quem convive comigo e ensinando amor a quem ainda não conhecia direito o que era. Se você tiver qualquer problema, pode ter certeza que um amiguinho que nem eu vai te ajudar a resolver.
E se depender de mim, esse dodói chamado depressão nunca mais chega perto da minha mãezinha! Beijinhos!