Meu Cachorro Morreu, e Agora? Como Lidar Com a Perda

Saiba como lidar com o luto quando perdemos o nosso cachorro

por Camila Da Silva — publicado 4 abr 2019 - 16:00

Meu cachorro morreu, e agora? Se você está passando por este infortúnio, certamente está fazendo esta pergunta para si mesmo. E nós, do portal do dog, sabemos muito bem o que você está passando.

Afinal, foi-se o tempo em que os animais domésticos eram apenas vistos como “algo a mais” em uma residência. Uma vez que com passar dos anos nós pudemos perceber o quão amáveis, companheiros e próximos que eles podem ser.

E assim, o que antes era negligenciado, passou a ser parte de nossa família. E ainda: dificilmente encontraremos alguém que não tenha um pet em casa, e que não seja completamente apaixonado por ele.

Porém, a morte é inevitável, e isso a gente também sabe. Mas, nem por isso estamos prontos para dizer adeus. E hoje nós estamos aqui para lhe ajudar neste processo dolorido.

como lidar com a morte do pet

Meu cachorro morreu, e agora?

Antes de qualquer coisa, saiba que você já deu um passo muito importante neste processo de cicatrização desta ferida: veio procurar alternativas. Isso apenas demonstra que o seu luto é saudável e você está, pouco a pouco, caminhando para a elaboração desta perda.

Mas, podemos ainda lhe ajudar com algumas considerações muito importantes acerca deste processo dolorido. Acompanhe abaixo todas as informações e saiba como você mesmo pode se ajudar neste caminho árduo.

1- Não tente “substituir” a sua perda

Antes de qualquer coisa, esta é a dica crucial que damos para qualquer pessoa que perde alguém que ama. Independente de estar falando de pessoas ou de pets.

É muito importante que você compreenda que o amigo que você perdeu, jamais será reposto. Pois muita gente tenta substituir esta perda, e acaba entrando em um vazio ainda maior. Uma vez que o novo pet jamais será como aquele que se foi.

Você precisa tentar compreender que o seu pequeno amiguinho era único, e que ele fez parte da sua história enquanto viveu. Sendo impossível criar uma mesma história com um ser que contém outra trajetória de vida.

Não obstante, sabemos que você pode estar pensando “mas eu nem se quer disse que o substituiria!”, e, muitas vezes, a pessoa nem se dá conta desta tentativa de substituição. Uma vez que ela pode ocorrer sutilmente e inconscientemente.

meu cachorro morreu e agora

A substituição pode aparecer de diferentes formas

Outra coisa que é necessário ter claro em mente é que esta defesa de tentar substituir aquele que perdemos pode acontecer de diferentes formas. Como, por exemplo, trabalhando ou estudando excessivamente; consumindo produtos de modo desnorteado; comendo mais do que deveria; dentre outras possibilidades.

Sabemos que a dor fará com que você, muitas vezes, tente “fechar” o buraco que surgiu dentro de você. Mas, este não será o melhor caminho para a elaboração do seu luto. Você precisa vivê-lo para que ele se transforme em lembranças lindas e adoráveis.

2- Gaste a dor com lágrimas e palavras

Esta é a segunda dica importante que podemos lhe dar: gaste a sua dor com lágrimas e palavras. Mas, o que isso significa? Significa que você precisa chorar, se sentir vontade de chorar. E acima de tudo, precisa falar sobre o assunto.

A teoria de “gastar a dor com lágrimas e palavras” foi cunhada por Juan David Nasio, um psicanalista que descreveu sobre o quanto a fala e as lágrimas faziam com que seus pacientes pudessem elaborar os seus lutos de uma maneira interessante.

E, de maneira geral, o que vemos são pessoas tentando esconder os seus sentimentos, ou colegas afirmando “o seu ente querido não gostaria de te ver assim”, o que não faz o menor sentido.

É preciso chorar, quando se tem vontade. É preciso falar, para que elaboremos a dor que estamos sentindo.

como lidar com a morte do pet

Mas, meu cachorro morreu, e agora? Como nomear o que sinto?

É difícil pôr em palavras a dor que sentimos em nosso coração. Este processo pode demorar semanas e alguns meses. Mas, ele acontece. E à medida que vamos conseguindo nomear em palavras a nossa dor, nós a gastamos. Assim como com as lágrimas.

E, pouco a pouco, nos libertamos daquele “buraco escuro” que estamos presos. Indo para a luz, onde restam apenas a saudade e as lembranças daquele que se foi.

3- O importante é viver o seu luto

Quando uma pessoa pergunta: meu cachorro morreu, e agora?, automaticamente as outras dirão “siga em frente”, ou, “você vai superar”. Não que estas falas estejam erradas, mas sim que nem sempre quem perdeu o seu melhor amigo quer ouvir este tipo de afirmação.

meu cachorro morreu e agora

É preciso sim saber respeitar o tempo de luto. E ainda: é imprescindível saber que cada pessoa terá o seu próprio cronograma.

Isto é, não se compare com outra pessoa da família que já tenha “superado” – aparentemente – a perda do cachorro. Mas sim, deixe que a sua dor fale, saia, extravase. E que tudo isso aconteça dentro do seu próprio tempo. E não no do outro.

Afinal, a ferida do outro não é do tamanho da sua. Não existe como medir o tempo de um luto, tampouco qual merece mais atenção ou não.

4- Não tenha medo da dor

Outro ponto que você precisa mentalizar é com relação à dor. Sim, vai doer, e não adianta mentir quanto a isso! Pois perder o nosso cãozinho pode ser muito devastador, e faz com que questionemos diversas coisas acerca de nossa vida.

E – tudo – bem – viver – tudo – isso.

A dor é ruim. Ela machuca, nos faz chorar. Mas nem por isso ela não deve ser vivida. Pois apenas ela poderá cicatrizar o que há dentro de você, fazendo com que seja possível encontrar novas possibilidades para a sua vida.

Todos sentem dor. E não precisamos esconder o que estamos sentindo, apenas por medo de demonstrar ou por medo da intensidade desta dor. Quanto antes você a viver, mais cedo ela se dissipará.

Pare e pense: a dor é só mais uma prova de amor, uma última homenagem, para o seu cachorrinho que partiu… Que prova o quão importante ele foi para você.

5- Depois do luto, não desista de adotar outro cão

Muita gente, depois de viver o processo de luto, teme adotar outro pet com medo de passar pela mesma dor novamente.

Mas, cremos que este pensamento não seja justo. Nem com você, nem com todos os outros pets que aguardam pela adoção.

como lidar com a morte do pet

Pois, pare e reflita: quando um ente querido humano morre, você para de amar as outras pessoas apenas para não “correr o risco de sofrer novamente”? Ou você segue a sua vida, rodeado de amigos e familiares? Exalando o seu amor e tudo que há de bom dentro de você? Pois é!

No caso da adoção, não é muito diferente. Pense em quantos cachorrinhos estão esperando por um dono amoroso e atencioso como você. Pense em quantos sonham com esta possibilidade.

Temos certeza que o seu pet teve uma vida feliz ao seu lado. E certamente outros gostariam de ter.

Que tal dar esta oportunidade para outro cachorrinho abandonado?

Mas, meu cachorro morreu! Como poderei cuidar de outro animal com a mesma intensidade? Nossa resposta: Você saberá, no momento certo.

Seguir em frente é difícil, mas você consegue!

Meu cachorro morreu, e agora? Agora você busca viver o seu luto sem se cobrar. Busca gastar a sua dor com lágrimas e palavras que dissipem o eco que está dentro de você. Encontra novos meios de nomear o que sente… E assim, torna eterno um amor repleto de carinho e muita saudade.

O seu amigo dog certamente estará muito orgulhoso de você, seja lá onde ele estiver!

Como escolher um cão de guarda – Dicas e raças

por Camila Da Silva — publicado 20 jun 2019 - 9:45

Como escolher um cão de guarda

Como escolher um cão de guarda? Esta é uma pergunta que pode ser respondida de várias formas. No entanto, não existe resposta certo. O certo é: escolher o cachorro certo para o seu objetivo. Um cão de guarda é muito mais do que uma “ferramenta” de segurança. Ele é um ser vivo que, a partir do momento que é adotado, passa a fazer parte da família. Por isso, alguns critérios devem ser levados em consideração.

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Agressividade Canina – Como Controlar e Eliminar?

por Camila Da Silva — publicado 20 jun 2019 - 9:45

Como escolher um cão de guarda

A agressividade canina é um dos fatores mais complicados de resolver em um cão doméstico. Este sentimento pode ser despertado de várias formas diferentes e de vários aspectos. No entanto, é preciso entender que, acima de tudo, o instinto do animal falará mais alto em alguns momentos e você deve respeitar isso. Entretanto, controlar e até eliminar a agressividade é possível. Acompanhe para entender.
Agressividade canina

Os cães são os seres maias dóceis e,

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Criar Amizade Entre Cachorro e Gato – É Possível?

por Camila Da Silva — publicado 19 jun 2019 - 9:45

Você sabia que é possível criar amizade entre cachorro e gato? Por mais que a o ditado popular preveja a “briga de cão e gato”, nem sempre é isso que acontece. Mas pra isso, é importante levar em consideração uma série de fatores e entender um pouco sobre o comportamento dos animais em sua essência. Acompanhe o texto e saiba tudo sobre o assunto.
Criar amizade entre cachorro e gato – É possível?

Como já falamos,

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Como escolher um cão de guarda – Dicas e raças

por Camila Da Silva — publicado 20 jun 2019 - 9:45

Como escolher um cão de guarda

Como escolher um cão de guarda? Esta é uma pergunta que pode ser respondida de várias formas. No entanto, não existe resposta certo. O certo é: escolher o cachorro certo para o seu objetivo. Um cão de guarda é muito mais do que uma “ferramenta” de segurança. Ele é um ser vivo que, a partir do momento que é adotado, passa a fazer parte da família. Por isso, alguns critérios devem ser levados em consideração. Acompanhe para entender.

O que entender antes de ter um cão de guarda

Um dos fatores mais comuns de quem está buscando entender como escolher um cão de guarda, é o fator efetividade. Qual o cão mais efeito para o serviço? Entretanto, antes de entender este critério, é importante ter outros pontos de vista sobre o assunto. Afinal, como falamos, um cão de guarda é muito mais do que um servidor. Ele é um membro da família que merece ser amado e bem cuidado.

Como escolher um cão de guarda

Assim sendo, separamos uma lista de conceitos para você abordar durante suas análises e processo seletivo. O melhor cão de guarda é aquele mais mais se adaptará a sua propriedade. Por isso, ele precisa ser treinado e preparado para tal. Simplesmente adotar um animal e soltá-lo no quintal, não irá resolver o problema e o cachorro ainda poderá ser infeliz. Acompanhe para entender.

Tenha um objetivo claro

Quando você estiver escolhendo seu cão de guarda, é importante entender qual o objetivo do animal para a função. Parece óbvio: proteger sua propriedade. Entretanto, é muito mais do que isso. Você precisa saber exatamente quais funções o cachorro deverá desempenhar, para saber que raça escolher e como treiná-lo da melhor maneira possível.

Como falamos anteriormente, simplesmente soltar o cão no pátio da sua propriedade, não irá resolver o problema. E isto é o que a maioria das pessoas acaba fazendo, achando ser a melhor solução. Entretanto, saber se o cão será usado somente de dia, somente de noite ou dia inteiro, por exemplo, é um dos fatores determinantes para uma conduta eficiente.

Encontre profissionais que possam lhe auxiliar

Depois que você tiver o seu objetivo bem estabelecido, deverá partir para a próxima etapa, que é encontrar os profissionais ideias para treinar o seu cachorro. Este é um dos passos mais importantes do processo, visto que será determinante para o sucesso ou não do projeto. Por mais que cães tenham instintos de defesa de território, um adestramento será extremamente importante.

Assim sendo, encontre o profissional certo para o trabalho. Deve ser alguém experiente, que entenda do assunto e que compreenda o seu objetivo de forma integral. Desta forma, é possível que você obtenha os resultados desejados e proporcione qualidade de vida para o cachorro. Afinal, ele precisa entender a função dele de forma exata, caso contrário ele sofrerá de ansiedade e outros fatores que tornam um cão depressivo. Este é um dos primeiros passos de como escolher um cão de guarda.

Como escolher um cão de guarda

Todos os cachorros podem ser cães de guarda?

Não. O ideal é que você encontra uma raça que tenha intimidade com a proteção de propriedade. Por mais que todo cão tenha instintos de defesa territorial, como falamos anteriormente, é importante entender que nem todos possuem porte físico e mental para esta atividade. Um pinscher, por exemplo, é um cão que pode altamente agressivo e defensivo quando mal educado. Mas o porte dele é inviável para o trabalho e, ao mesmo tempo, proteção não é sinônimo de agressividade.

Ou seja, você precisa de inteligência treinada para proporcionar segurança ao seu estabelecimento ou propriedade. E isto somente será possível com algumas raças que tenham os pré-requisitos necessários. Assim sendo, separamos uma lista com as raças de cães de guarda que poderão ajudar você. Acompanhe para entender.

Raças de cães de guarda

Entender como escolher um cão de guarda, também passa pelo fator da raça: qual a melhor raça para um cão de guarda? Não existe a melhor raça, mas sim, a raça certa e ideal para o seu objetivo de proteção. Um cão de guarda pode ser visualmente agressivo e imponente, ou pode parecer dócil e carinhoso. Isto não é relevante, visto que é o treinamento que irá guiar o comportamento. Assim sendo, veja algumas raças que você pode investir.

Como escolher um cão de guarda

Pastor alemão

O pastor alemão é um dos cachorros mais populares do mundo em diversos critérios, principalmente nos critérios de defesa e proteção. Eles forma usados por muitos anos para monitorar e pastorear ovelhas e vacas em campos rurais pelo mundo. O que os faz, de forma automática, a entrar para a lista de cachorros mais conhecidos e recomendados para guarda e proteção.

Além disso, o pastor alemão é um dos cachorros mais utilizados pelas polícias de todo o mundo. Eles podem auxiliar em perseguições e rastreio de drogas e outras mercadorias que forem treinados para encontrar. São cachorros inteligentes, dóceis e facilmente treináveis para controles de vigilância. Ele estará sempre alerta para qualquer tipo de evento que esteja fora do radar de naturalidade dele.

A dica é encontrar um canil que tenha experiência na criação destes animais. Esta é uma forma de garantir a saúde e idoneidade do animal.

Bullmastiff

Como escolher um cão de guarda não é tarefa difícil. O difícil, é entender a real função dele dentro do seu objetivo. O Bullmastiff, por exemplo, é extremamente competente para ações silenciosas e noturnas devido a uma série de fatores. O motivo mais sólido deste comportamento, provém do cruzamento entre mastiffs e buldogues ingleses.

A ideia era ter um cachorro silencioso para proteção de fazendas inglesas, que sofriam muito com o roubo de madeira e demais produtos produzidos no campo. E assim, o Bullmastiff acaba entrando para a nossa lista. Se você procura um cachorro inteligente e que reconheça estranhezas durante a noite, este é ideal. Além de que ele sempre procurará agir em silêncio, outro ponto muito positivo.

Rottweiler

O Rotweiller é um cão extremamente dócil e inteligente. O que é ótimo para o adestramento de guarda. Ele é um cachorro alemão, assim como o pastor alemão. O objetivo principal desta raça também era proteger ovelhas e vacas em campos e fazendas. Por isso, ele entra para a nossa lista de animais a serem adotados.

Entretanto, ele é um cachorro que pode ser agressivo, caso não tenha acompanhamento profissional para adestrá-lo a tarefa de proteção. E, como você sabe, um cão que é agressivo não é adequado para o trabalho de proteção. No entanto, ao mesmo tempo que ele pode ser agressivo, é extremamente amoroso e muito apegado aos seus donos. Mas a educação deve ser constante e feita da forma correta para não ocorrer acidentes.

Fila brasileiro

O Brasil também está presente na nossa lista. Com cães de todo o mundo podendo fazer o serviço de guarda, o Fila Brasileiro é extremamente recomendado para esta atividade. Ele foi criado para este fim e sua história está muito relacionada a colonização dos Europeus, pois a raça é cruzada com espécies daquela época. Ou seja, os instintos ainda são de vigilância.

Ele já recebeu diversos reconhecimentos mundiais devido a sua alta capacidade de aprendizado para guardar uma propriedade. Esta raça é forte, ágil, possui estrutura ósseo muito densa e é recomendada para quem deseja ter um cão de guarda. Entretanto, se você está buscando seu primeiro animal, recomendamos atenção, pois precisa-se de muita disciplina para os treinamentos.

Dogue alemão

Se você estiver buscando um cachorro que seja enorme, o Dogue Alemão é o certo para sua busca. Ele pode ser ideal para vigilâncias externas e certamente fornecerá muita desconfiança para quem deseja invadir sua propriedade. A raça é Alemão, assim como vários de nossa lista.

Por mais que ele seja enorme, ele é extremamente dócil, carinhoso e amoroso. Não é nada agressivo e é muito compreensivo a treinamentos. Ou seja, quando for para defender, ele defenderá.

Como escolher um cão de guarda

Como escolher um cão de guarda da forma certa

O processo de como escolher um cão de guarda deve ser analisado e, se possível, acompanhado de perto por um especialista. Procure sempre canis e profissionais especializados para ter a certeza de um investimento coerente e correto. E, claro, nunca esqueça da qualidade de vida do cachorro. Afinal, para que ele desempenhe bem a função a qual foi designado, ele precisa ter estrutura e condições de trabalho favoráveis.

Nunca adote um cão somente pela sua força ou estatura. Como falamos, por mais que ele precise intimidar o invasor, acima de tudo, ele precisa ser inteligente para trabalhar da forma certa. E, ao mesmo tempo, ter condições mentais de ser treinado e respeitar o dono. Boa sorte!

Agressividade Canina – Como Controlar e Eliminar?

por Camila Da Silva — publicado 20 jun 2019 - 9:45

Como escolher um cão de guarda

A agressividade canina é um dos fatores mais complicados de resolver em um cão doméstico. Este sentimento pode ser despertado de várias formas diferentes e de vários aspectos. No entanto, é preciso entender que, acima de tudo, o instinto do animal falará mais alto em alguns momentos e você deve respeitar isso. Entretanto, controlar e até eliminar a agressividade é possível. Acompanhe para entender.

Agressividade canina

Os cães são os seres maias dóceis e, ao mesmo tempo, mais agressivos que convivem próximo do ser humano. Provavelmente você já ouviu fatos e histórias de acidentes causados por um cachorro que parecia dócil e acabou provando o contrário. Entretanto, nem sempre estas histórias revelam o fato inteiro. É claro que um cachorro pode se tornar agressivo, pois seu instinto muitas vezes faz com que isto aconteça.

Agressividade Canina

No entanto, é possível que você, como dono e tutor, consiga controlar ou eliminar este sentimento. Entretanto, entender os reais motivos destas ocorrências é muito importante. Pois é desta forma que você poderá trabalhar para, no futuro, conseguir ter um cachorro mais dócil e muito mais equilibrado. Acompanhe.

O medo pode ser uma das causas

O primeiro aspecto que pode e deve ser analisado, é o fator medo. Cães são seres que podem demonstrar sentimentos felizes, tristes ou de raiva através de diversas situações. E uma das principais, é justamente o medo. É através do medo que um cachorro manifesta o instinto de sobrevivência que muitas vezes está atrelado a agressividade.

Assim sendo, se o seu cachorro tiver comportamentos extremos neste sentido, é importante avaliar as condições que ele acabou de ser submetido. Muitas vezes enxergar um cachorro maior que ele ou ouvir barulho de fogos de artifícios, pode fazer com que o cão sinta-se amedrontado. E é justamente nestes momentos que o instinto fala mais alto. Afinal, ele precisa sobreviver. E para isso, ele não irá medir forças.

A genética influencia?

Há pessoas que entendem que um cão pode ter comportamentos agressivos devido a genética. Isto acontece devido a formação das células e conduções energéticas pelo corpo. Entretanto, não é uma regra. Pois com certeza você já viu um Pitbull inofensivo e um Pinscher altamente agressivo, não é mesmo? Isto acontece devido a uma série de fatores ligados ao DNA. Mas também, a educação, que vamos entender mais adiante.

A genética é o que constrói todo o corpo do animal. Entretanto, os instintos e comportamento são moldados conforme o crescimento dele. E, obviamente, algumas raças serão mais propícias a um tipo específico de comportamento. Enquanto outras serão mais propícias a outros. Por isso, o que você precisa fazer é entender a raça do seu cachorro e conversar com um especialista, para entender se há algo que você possa fazer ou se a genética deixará o animal agressivo para sempre.

agressividade canina

Necessidade de dominar o território

Outro fator extremamente relevante para justificar a agressividade canina, é a necessidade do animal de dominar o território em que ele vive. Se você vive em um casa com quintal, por exemplo, o cachorro fará de tudo para entender a vizinhança canina e mantê-los afastados. Isto acontece devido a necessidade instintiva de não deixar outros animais chegarem perto do habitat natural do cachorro.

Desde raças pequenas até raças grandes podem exigir cuidado neste aspecto. Se você identificar o seu cão no portão ou varanda latindo e fazendo barulho para outro cão na rua, deixe-o terminar. Pois a chance de você levar uma mordida é grande. Pois este é o momento em que a raiva é toda colocada a prova da sobrevivência.

Educação será o diferencial

Alguns dos aspectos mais básicos da agressividade canina foram descritos neste artigo. E a partir de agora, é importante entender o que você, como tutor, poderá fazer para tentar equilibrar, controlar ou até eliminar de vez este problema. Para isso, a educação do animal se faz altamente necessária. Como já explicamos, cães são movidos a sentimentos. E educá-los a terem comportamentos mais sociáveis é altamente possível.

Entretanto, você precisará de um auxílio profissional que possa indicar os melhores exercícios e atividades para o seu cachorro. Cada animal é único e você precisa adequar as situações de acordo com cada raça. Estimular o cachorro a comportamentos mais saudáveis é importante e pode ser feito ao longo do tempo, presenteando-o e elogiando-o a cada acerto.

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A castração pode ajudar

A importância de castrar um cachorro é extremamente grande. Afinal, estes cães podem se tornar muito mais saudáveis e educados que um cachorro não castrado. Esta atitude pode fazer com que o animal seja muito mais contido para uma série de fatores, inclusive da agressividade. Pois assim como a defesa de território, um cachorro pode ficar agressivo quando sente necessidade de acasalamento.

Parece crueldade, mas não é. Quando feito por um profissional extremamente competente, a castração só traz benefícios para o cão e para o tutor. As práticas de convívio se tornam muito mais comportadas e o adestramento em formato de educação também. Afinal, ensinar o cachorro da forma correta, fará com que a agressividade dele diminua por completo.

Dê tempo ao tempo

Agora que você já entendeu como conter e entender a agressividade canina, é importante entender também que o tempo é importante. Ou seja, eles são animais e precisam de um tempo para assimilar todos os processo de educação e adestramento. Não force situações desagradáveis nem faça o cachorro sofrer, pois isto poderá deixar a situação ainda mais complexa. O que você precisa fazer, é entender que cada raça é única e irá reagir de uma forma.

agressividade canina

Dar tempo ao tempo é fundamental para ter resultado em qualquer objetivo. E no caso de um adestramento e treinamento de cães, é ainda mais importante. Sempre que o cachorro demonstrar acerto, presenteie-o e mantenha elogios constantes. E, quando o cachorro errar ou não fizer o que você está pedindo, não xingue e não use tons chulos com ele. Seja paciente, educado e demonstre muito amor neste processo. Afinal, conter a agressividade somente será possível se você demonstrar passividade. Boa sorte!