Essa é a Fulana. Quando filhote era uma cadela de rua, ficava próximo a supermercados com esperança de alguém dar-lhe comida. Meu irmão que ali trabalhava a levou para casa. Meu irmão a deixou amarrada no quintal só com uma vasilha com água. Nós éramos vizinhos. Eu ficava observando e via o sofrimento da cadelinha. Em uma noite chuvosa não aguentei, fui ao seu quintal e a levei para casa, dei-lhe banho, cuidei dela, e a alimentei. Como ela não tinha nome e eu não queria ficar apegado a ela, a chamei de Fulana. Meu irmão não se importou, até falou que tudo bem eu alimenta-la. Mas ela foi ficando, ficando… E conquistou meu coração e da minha família. Quando fui morar em outra cidade ela foi comigo. O amor e a gratidão que ela transmite não tem igual. Hoje tenho ela e a Lindinha uma maltês.
Fulana
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