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Problemas de pele em cães e gatos: 7 sinais de alerta

Problemas de pele em cães e gatos: 7 sinais de alerta

Coceira, vermelhidão e queda de pelos nem sempre são detalhes passageiros. Com a chegada da primavera, a variação de temperatura e umidade e a maior presença de agentes ambientais podem provocar ou agravar problemas de pele em cães e gatos.

Nem todo animal vai desenvolver alterações, mas os predispostos pedem um olhar mais atento do tutor. Reconhecer os sinais e agir cedo evita que um simples incômodo vire uma lesão.

Por que a primavera exige mais atenção com a pele do pet

A pele é a primeira barreira do organismo contra o ambiente. Quando o clima muda, animais com alergias, dermatites ou outras condições dermatológicas podem ter crises ou piorar quadros que já existiam.

O médico-veterinário Francis Flosi, diretor da Faculdade de Medicina Veterinária Qualittas, ressalta que a estação não garante problemas para todos. Segundo ele, a primavera é um período importante para observar mudanças no comportamento e na pele dos animais.

7 sinais de alerta de problemas de pele em cães e gatos

Observe os sinais abaixo, principalmente se aparecerem juntos ou voltarem com frequência:

  1. Coceira intensa: o animal se coça muito ou se esfrega em móveis e no chão.
  2. Vermelhidão: pele avermelhada e irritada.
  3. Lambedura excessiva: o pet lambe ou morde sempre o mesmo ponto do corpo.
  4. Queda de pelos: falhas no pelagem, localizadas ou espalhadas.
  5. Descamação: escamas ou “caspa” visíveis na pele e no pelo.
  6. Feridas: lesões abertas, muitas vezes agravadas pela própria coceira.
  7. Inflamação nas orelhas: vermelhidão, secreção, mau cheiro ou balançar de cabeça constante.

Em gatos, a atenção precisa ser redobrada. Como eles se limpam o tempo todo, a lambedura excessiva pode passar despercebida, e muitas vezes o primeiro indício são as falhas no pelo.

A coceira é um sinal, não uma doença

Alergias, parasitas, infecções e particularidades de cada animal estão entre as possíveis causas dos problemas de pele. Como a origem varia, o tratamento deve seguir o diagnóstico e não apenas o sintoma.

“A coceira é um sinal, não uma doença. Ela pode ter diferentes origens”, explica Flosi. Na prática, aliviar a coceira sem descobrir o motivo tende a fazer o problema voltar, às vezes pior. Investigar a causa é o que garante um cuidado realmente eficaz.

Pulgas: a prevenção precisa ser contínua

Em animais sensíveis, a picada de pulga pode causar uma reação alérgica intensa, com coceira, lesões e perda de pelos. A região do dorso e da base da cauda costuma ser a mais afetada.

Para o veterinário, a proteção contra pulgas, carrapatos e outros ectoparasitas deve acontecer em qualquer época do ano. O produto e a frequência de aplicação dependem de espécie, idade, peso e condições individuais, e quem define isso é o médico-veterinário.

Evite a automedicação e saiba quando procurar ajuda

Produtos de uso humano ou medicamentos indicados para outro animal podem oferecer riscos à saúde do pet. Cães e gatos metabolizam certas substâncias de maneiras diferentes, e o que funciona para um pode não ser seguro para o outro.

Procure atendimento quando os sinais persistirem ou forem recorrentes. O diagnóstico precoce impede que o quadro se agrave e comprometa o bem-estar do animal.

Fonte: Portal Pet On

Foto de Redação PDD
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Redação PDD
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