Displasia de Quadril: O que é, Quais São os Sintomas e Como Tratar

por Camila Da Silva — publicado 27 mar 2019 - 10:42

Displasia de quadril trata-se de uma doença degenerativa que afeta principalmente, e quase exclusivamente, cães de portes gigantes e grandes. Costumeiramente apresenta os seus primeiros sinais apenas na vida adulta do animal, uma vez que é praticamente impossível se desenvolver enquanto o cachorro ainda está em crescimento.

É importante ficar atento aos sinais do problema, uma vez que a displasia é altamente dolorosa e, em muitos casos, incapacita o cão para as suas atividades mais simples do dia a dia.

De maneira geral, ela pode se desenvolver por conta de cuidados escassos durante o crescimento do cão de porte grande, porém, pode também ter alguma relação genética. Dependendo de cada caso.

displasia de quadril

O que é a displasia de quadril?

Primeiramente, precisamos pensar nos significado da palavra displasia. A mesma significa “dificuldade para se formar”, fazendo jus ao problema que é a displasia de quadril. Uma vez que os ossos do cachorro não se desenvolvem como deveriam, e assim, não há uma harmonia saudável e natural para a estrutura óssea do cão.

Pelo contrário, há uma deslocação até as laterais que são responsáveis por impedir que o animal consiga executar movimentos simples, e assim, automaticamente começa a acentuar um “desgaste” ósseo grave.

Uma vez que o cachorro precisará se esforçar em dobro, a fim de executar tarefas simples. Como por exemplo, andar, subir escadas, dar saltos, etc. Com o passar do tempo, todas estas atividades são afetadas, e o cachorro passa a ficar cada vez mais em repouso, por conta da dor que o incapacita quase que totalmente.

O que causa a displasia de quadril?

Não existe uma única causa para a displasia de quadril, podendo haver grandes variações de um quadro para outro. Porém, a grande maioria está atrelada aos cuidados escassos durante a fase de crescimento. Uma vez que os cães de porte grande e gigante exigem uma atenção extrema.

Por essa razão, é possível que o desenvolvimento da doença esteja relacionado com a má alimentação durante o crescimento do cachorro. A escassez do cálcio pode ocasionar um enfraquecimento nos ossos. E assim, o cão passa a ter mais propensão para a doença.

Do mesmo modo os exercícios físicos também podem enaltecer as chances de se desenvolver o problema. Tanto quando há um excesso de exercício, quanto há uma falta expressiva. Em ambos os casos os ossos não poderão se desenvolver de maneira saudável.

displasia de quadril

Portanto, é essencial que você se atente a rotina do cachorro quando ainda é um filhote. E isso vale para os exercícios, o repouso e a alimentação do mesmo.

Vale ressaltarmos ainda que é possível que o cachorro tenha o desenvolvimento da doença a partir de uma herança genética. E é por isso que é imprescindível sempre se manter atento para todo o histórico do animal. Assim será possível fazer um acompanhamento desde antes mesmo da doença afetar o bem estar do pet.

Sintomas da doença

Os sintomas da doença são bem expressivos e, infelizmente, muitas vezes apenas aparecem quando o problema já está em um estágio mais elevado. Porém, é preciso sempre se atentar a qualquer tipo de mudança comportamental do seu cão, a fim de diagnosticar a doença o quanto antes. Pois quanto mais no início for diagnosticada, menos o seu melhor amigo precisará sofrer com as dores e os desconfortos.

displasia de quadril

A seguir listamos os principais sintomas. Atente-se a eles:

  • Falta de interesse por atividades físicas, e o cão prefere sempre ficar mais parado ao invés de se movimentando.
  • Recusa qualquer brincadeira, ou pelo menos aquelas que exigem mais do seu desempenho físico.
  • Não sobe em escadas e reluta bastante na hora de sair ou entrar em casa.
  • Não corre e recusa saltar, demonstrando a necessidade de repouso.
  • Tem mancado constantemente, demonstrando certo desconforto nas patas.
  • Possui uma dificuldade expressiva de movimentar as patas traseiras.
  • Começa a saltar como um coelho, de um modo que evita o contato das patas traseiras no chão.
  • “Chora” constantemente enquanto pratica qualquer atividade física.
  • O cachorro começa a apresentar sinais de atrofia em sua estrutura corporal.
  • Há uma curvatura expressiva na coluna.
  • O cachorro apresenta certa rigidez nas patas traseiras.
  • É perceptível um aumento na musculatura dos ombros. Uma vez que ele necessita deste apoio para manter o equilíbrio e diminuir a dor no corpo.
  • A movimentação dos quadris é rígida.

Como é feito o tratamento?

Infelizmente ainda não existe a cura efetiva para a displasia de quadril. Porém, do mesmo modo existem tratamentos e intervenções capazes de elevar a qualidade de vida do cachorro. Uma vez que amenizará a dor, trazendo mais conforto para o cão.

displasia de quadril

Veja quais são as possibilidades:

  • Tratamento médico: Os cães com displasia no quadril recebem administração de medicamentos que possuem o objetivo de proteger as cartilagens, diminuindo a dor e retardando o avanço da doença. A fisioterapia também entra neste tipo de tratamento, como uma alternativa que visa elevar o bem estar do cão. Porém, este tipo de tratamento deverá ser vitalício, já que o mesmo não desencadeará a cura do problema. Sendo assim, muito recomendado para quadros leves e que ainda não estão avançados.
  • Cirurgia: Neste caso, o tratamento terá um resultado mais expressivo que o de cunho médico. Uma vez que ele diminuirá as dores e poderá elevar muito a qualidade de vida do cachorro. Porém, o ponto negativo é que serão necessários diversos cuidados específicos antes e depois do processo cirúrgico. Mas, do mesmo modo, não será necessário o acompanhamento constante, como no caso da fisioterapia, por exemplo.

De modo geral, é muito importante acompanhar de perto o comportamento do seu cachorro. Apenas assim você poderá se atentar aos sinais que ele apresenta, e poderá buscar a melhor ajuda possível para o seu quadro.

Qualquer mudança de comportamento, seja ela brusca ou gradual, preste muita atenção. Uma vez que o seu cão depende exclusivamente do seu olhar clínico para as mudanças que o mesmo apresenta.

displasia de quadril

Lembre-se, em caso de dúvidas sempre procure o veterinário do seu pet. Pois é possível que você eleve a qualidade de vida e o bem estar do seu cão com esta medida tão importante.

Como escolher um cão de guarda – Dicas e raças

por Camila Da Silva — publicado 20 jun 2019 - 9:45

Como escolher um cão de guarda

Como escolher um cão de guarda? Esta é uma pergunta que pode ser respondida de várias formas. No entanto, não existe resposta certo. O certo é: escolher o cachorro certo para o seu objetivo. Um cão de guarda é muito mais do que uma “ferramenta” de segurança. Ele é um ser vivo que, a partir do momento que é adotado, passa a fazer parte da família. Por isso, alguns critérios devem ser levados em consideração.

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Agressividade Canina – Como Controlar e Eliminar?

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A agressividade canina é um dos fatores mais complicados de resolver em um cão doméstico. Este sentimento pode ser despertado de várias formas diferentes e de vários aspectos. No entanto, é preciso entender que, acima de tudo, o instinto do animal falará mais alto em alguns momentos e você deve respeitar isso. Entretanto, controlar e até eliminar a agressividade é possível. Acompanhe para entender.
Agressividade canina

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por Camila Da Silva — publicado 19 jun 2019 - 9:45

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Como escolher um cão de guarda – Dicas e raças

por Camila Da Silva — publicado 20 jun 2019 - 9:45

Como escolher um cão de guarda

Como escolher um cão de guarda? Esta é uma pergunta que pode ser respondida de várias formas. No entanto, não existe resposta certo. O certo é: escolher o cachorro certo para o seu objetivo. Um cão de guarda é muito mais do que uma “ferramenta” de segurança. Ele é um ser vivo que, a partir do momento que é adotado, passa a fazer parte da família. Por isso, alguns critérios devem ser levados em consideração. Acompanhe para entender.

O que entender antes de ter um cão de guarda

Um dos fatores mais comuns de quem está buscando entender como escolher um cão de guarda, é o fator efetividade. Qual o cão mais efeito para o serviço? Entretanto, antes de entender este critério, é importante ter outros pontos de vista sobre o assunto. Afinal, como falamos, um cão de guarda é muito mais do que um servidor. Ele é um membro da família que merece ser amado e bem cuidado.

Como escolher um cão de guarda

Assim sendo, separamos uma lista de conceitos para você abordar durante suas análises e processo seletivo. O melhor cão de guarda é aquele mais mais se adaptará a sua propriedade. Por isso, ele precisa ser treinado e preparado para tal. Simplesmente adotar um animal e soltá-lo no quintal, não irá resolver o problema e o cachorro ainda poderá ser infeliz. Acompanhe para entender.

Tenha um objetivo claro

Quando você estiver escolhendo seu cão de guarda, é importante entender qual o objetivo do animal para a função. Parece óbvio: proteger sua propriedade. Entretanto, é muito mais do que isso. Você precisa saber exatamente quais funções o cachorro deverá desempenhar, para saber que raça escolher e como treiná-lo da melhor maneira possível.

Como falamos anteriormente, simplesmente soltar o cão no pátio da sua propriedade, não irá resolver o problema. E isto é o que a maioria das pessoas acaba fazendo, achando ser a melhor solução. Entretanto, saber se o cão será usado somente de dia, somente de noite ou dia inteiro, por exemplo, é um dos fatores determinantes para uma conduta eficiente.

Encontre profissionais que possam lhe auxiliar

Depois que você tiver o seu objetivo bem estabelecido, deverá partir para a próxima etapa, que é encontrar os profissionais ideias para treinar o seu cachorro. Este é um dos passos mais importantes do processo, visto que será determinante para o sucesso ou não do projeto. Por mais que cães tenham instintos de defesa de território, um adestramento será extremamente importante.

Assim sendo, encontre o profissional certo para o trabalho. Deve ser alguém experiente, que entenda do assunto e que compreenda o seu objetivo de forma integral. Desta forma, é possível que você obtenha os resultados desejados e proporcione qualidade de vida para o cachorro. Afinal, ele precisa entender a função dele de forma exata, caso contrário ele sofrerá de ansiedade e outros fatores que tornam um cão depressivo. Este é um dos primeiros passos de como escolher um cão de guarda.

Como escolher um cão de guarda

Todos os cachorros podem ser cães de guarda?

Não. O ideal é que você encontra uma raça que tenha intimidade com a proteção de propriedade. Por mais que todo cão tenha instintos de defesa territorial, como falamos anteriormente, é importante entender que nem todos possuem porte físico e mental para esta atividade. Um pinscher, por exemplo, é um cão que pode altamente agressivo e defensivo quando mal educado. Mas o porte dele é inviável para o trabalho e, ao mesmo tempo, proteção não é sinônimo de agressividade.

Ou seja, você precisa de inteligência treinada para proporcionar segurança ao seu estabelecimento ou propriedade. E isto somente será possível com algumas raças que tenham os pré-requisitos necessários. Assim sendo, separamos uma lista com as raças de cães de guarda que poderão ajudar você. Acompanhe para entender.

Raças de cães de guarda

Entender como escolher um cão de guarda, também passa pelo fator da raça: qual a melhor raça para um cão de guarda? Não existe a melhor raça, mas sim, a raça certa e ideal para o seu objetivo de proteção. Um cão de guarda pode ser visualmente agressivo e imponente, ou pode parecer dócil e carinhoso. Isto não é relevante, visto que é o treinamento que irá guiar o comportamento. Assim sendo, veja algumas raças que você pode investir.

Como escolher um cão de guarda

Pastor alemão

O pastor alemão é um dos cachorros mais populares do mundo em diversos critérios, principalmente nos critérios de defesa e proteção. Eles forma usados por muitos anos para monitorar e pastorear ovelhas e vacas em campos rurais pelo mundo. O que os faz, de forma automática, a entrar para a lista de cachorros mais conhecidos e recomendados para guarda e proteção.

Além disso, o pastor alemão é um dos cachorros mais utilizados pelas polícias de todo o mundo. Eles podem auxiliar em perseguições e rastreio de drogas e outras mercadorias que forem treinados para encontrar. São cachorros inteligentes, dóceis e facilmente treináveis para controles de vigilância. Ele estará sempre alerta para qualquer tipo de evento que esteja fora do radar de naturalidade dele.

A dica é encontrar um canil que tenha experiência na criação destes animais. Esta é uma forma de garantir a saúde e idoneidade do animal.

Bullmastiff

Como escolher um cão de guarda não é tarefa difícil. O difícil, é entender a real função dele dentro do seu objetivo. O Bullmastiff, por exemplo, é extremamente competente para ações silenciosas e noturnas devido a uma série de fatores. O motivo mais sólido deste comportamento, provém do cruzamento entre mastiffs e buldogues ingleses.

A ideia era ter um cachorro silencioso para proteção de fazendas inglesas, que sofriam muito com o roubo de madeira e demais produtos produzidos no campo. E assim, o Bullmastiff acaba entrando para a nossa lista. Se você procura um cachorro inteligente e que reconheça estranhezas durante a noite, este é ideal. Além de que ele sempre procurará agir em silêncio, outro ponto muito positivo.

Rottweiler

O Rotweiller é um cão extremamente dócil e inteligente. O que é ótimo para o adestramento de guarda. Ele é um cachorro alemão, assim como o pastor alemão. O objetivo principal desta raça também era proteger ovelhas e vacas em campos e fazendas. Por isso, ele entra para a nossa lista de animais a serem adotados.

Entretanto, ele é um cachorro que pode ser agressivo, caso não tenha acompanhamento profissional para adestrá-lo a tarefa de proteção. E, como você sabe, um cão que é agressivo não é adequado para o trabalho de proteção. No entanto, ao mesmo tempo que ele pode ser agressivo, é extremamente amoroso e muito apegado aos seus donos. Mas a educação deve ser constante e feita da forma correta para não ocorrer acidentes.

Fila brasileiro

O Brasil também está presente na nossa lista. Com cães de todo o mundo podendo fazer o serviço de guarda, o Fila Brasileiro é extremamente recomendado para esta atividade. Ele foi criado para este fim e sua história está muito relacionada a colonização dos Europeus, pois a raça é cruzada com espécies daquela época. Ou seja, os instintos ainda são de vigilância.

Ele já recebeu diversos reconhecimentos mundiais devido a sua alta capacidade de aprendizado para guardar uma propriedade. Esta raça é forte, ágil, possui estrutura ósseo muito densa e é recomendada para quem deseja ter um cão de guarda. Entretanto, se você está buscando seu primeiro animal, recomendamos atenção, pois precisa-se de muita disciplina para os treinamentos.

Dogue alemão

Se você estiver buscando um cachorro que seja enorme, o Dogue Alemão é o certo para sua busca. Ele pode ser ideal para vigilâncias externas e certamente fornecerá muita desconfiança para quem deseja invadir sua propriedade. A raça é Alemão, assim como vários de nossa lista.

Por mais que ele seja enorme, ele é extremamente dócil, carinhoso e amoroso. Não é nada agressivo e é muito compreensivo a treinamentos. Ou seja, quando for para defender, ele defenderá.

Como escolher um cão de guarda

Como escolher um cão de guarda da forma certa

O processo de como escolher um cão de guarda deve ser analisado e, se possível, acompanhado de perto por um especialista. Procure sempre canis e profissionais especializados para ter a certeza de um investimento coerente e correto. E, claro, nunca esqueça da qualidade de vida do cachorro. Afinal, para que ele desempenhe bem a função a qual foi designado, ele precisa ter estrutura e condições de trabalho favoráveis.

Nunca adote um cão somente pela sua força ou estatura. Como falamos, por mais que ele precise intimidar o invasor, acima de tudo, ele precisa ser inteligente para trabalhar da forma certa. E, ao mesmo tempo, ter condições mentais de ser treinado e respeitar o dono. Boa sorte!

Agressividade Canina – Como Controlar e Eliminar?

por Camila Da Silva — publicado 20 jun 2019 - 9:45

Como escolher um cão de guarda

A agressividade canina é um dos fatores mais complicados de resolver em um cão doméstico. Este sentimento pode ser despertado de várias formas diferentes e de vários aspectos. No entanto, é preciso entender que, acima de tudo, o instinto do animal falará mais alto em alguns momentos e você deve respeitar isso. Entretanto, controlar e até eliminar a agressividade é possível. Acompanhe para entender.

Agressividade canina

Os cães são os seres maias dóceis e, ao mesmo tempo, mais agressivos que convivem próximo do ser humano. Provavelmente você já ouviu fatos e histórias de acidentes causados por um cachorro que parecia dócil e acabou provando o contrário. Entretanto, nem sempre estas histórias revelam o fato inteiro. É claro que um cachorro pode se tornar agressivo, pois seu instinto muitas vezes faz com que isto aconteça.

Agressividade Canina

No entanto, é possível que você, como dono e tutor, consiga controlar ou eliminar este sentimento. Entretanto, entender os reais motivos destas ocorrências é muito importante. Pois é desta forma que você poderá trabalhar para, no futuro, conseguir ter um cachorro mais dócil e muito mais equilibrado. Acompanhe.

O medo pode ser uma das causas

O primeiro aspecto que pode e deve ser analisado, é o fator medo. Cães são seres que podem demonstrar sentimentos felizes, tristes ou de raiva através de diversas situações. E uma das principais, é justamente o medo. É através do medo que um cachorro manifesta o instinto de sobrevivência que muitas vezes está atrelado a agressividade.

Assim sendo, se o seu cachorro tiver comportamentos extremos neste sentido, é importante avaliar as condições que ele acabou de ser submetido. Muitas vezes enxergar um cachorro maior que ele ou ouvir barulho de fogos de artifícios, pode fazer com que o cão sinta-se amedrontado. E é justamente nestes momentos que o instinto fala mais alto. Afinal, ele precisa sobreviver. E para isso, ele não irá medir forças.

A genética influencia?

Há pessoas que entendem que um cão pode ter comportamentos agressivos devido a genética. Isto acontece devido a formação das células e conduções energéticas pelo corpo. Entretanto, não é uma regra. Pois com certeza você já viu um Pitbull inofensivo e um Pinscher altamente agressivo, não é mesmo? Isto acontece devido a uma série de fatores ligados ao DNA. Mas também, a educação, que vamos entender mais adiante.

A genética é o que constrói todo o corpo do animal. Entretanto, os instintos e comportamento são moldados conforme o crescimento dele. E, obviamente, algumas raças serão mais propícias a um tipo específico de comportamento. Enquanto outras serão mais propícias a outros. Por isso, o que você precisa fazer é entender a raça do seu cachorro e conversar com um especialista, para entender se há algo que você possa fazer ou se a genética deixará o animal agressivo para sempre.

agressividade canina

Necessidade de dominar o território

Outro fator extremamente relevante para justificar a agressividade canina, é a necessidade do animal de dominar o território em que ele vive. Se você vive em um casa com quintal, por exemplo, o cachorro fará de tudo para entender a vizinhança canina e mantê-los afastados. Isto acontece devido a necessidade instintiva de não deixar outros animais chegarem perto do habitat natural do cachorro.

Desde raças pequenas até raças grandes podem exigir cuidado neste aspecto. Se você identificar o seu cão no portão ou varanda latindo e fazendo barulho para outro cão na rua, deixe-o terminar. Pois a chance de você levar uma mordida é grande. Pois este é o momento em que a raiva é toda colocada a prova da sobrevivência.

Educação será o diferencial

Alguns dos aspectos mais básicos da agressividade canina foram descritos neste artigo. E a partir de agora, é importante entender o que você, como tutor, poderá fazer para tentar equilibrar, controlar ou até eliminar de vez este problema. Para isso, a educação do animal se faz altamente necessária. Como já explicamos, cães são movidos a sentimentos. E educá-los a terem comportamentos mais sociáveis é altamente possível.

Entretanto, você precisará de um auxílio profissional que possa indicar os melhores exercícios e atividades para o seu cachorro. Cada animal é único e você precisa adequar as situações de acordo com cada raça. Estimular o cachorro a comportamentos mais saudáveis é importante e pode ser feito ao longo do tempo, presenteando-o e elogiando-o a cada acerto.

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A castração pode ajudar

A importância de castrar um cachorro é extremamente grande. Afinal, estes cães podem se tornar muito mais saudáveis e educados que um cachorro não castrado. Esta atitude pode fazer com que o animal seja muito mais contido para uma série de fatores, inclusive da agressividade. Pois assim como a defesa de território, um cachorro pode ficar agressivo quando sente necessidade de acasalamento.

Parece crueldade, mas não é. Quando feito por um profissional extremamente competente, a castração só traz benefícios para o cão e para o tutor. As práticas de convívio se tornam muito mais comportadas e o adestramento em formato de educação também. Afinal, ensinar o cachorro da forma correta, fará com que a agressividade dele diminua por completo.

Dê tempo ao tempo

Agora que você já entendeu como conter e entender a agressividade canina, é importante entender também que o tempo é importante. Ou seja, eles são animais e precisam de um tempo para assimilar todos os processo de educação e adestramento. Não force situações desagradáveis nem faça o cachorro sofrer, pois isto poderá deixar a situação ainda mais complexa. O que você precisa fazer, é entender que cada raça é única e irá reagir de uma forma.

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Dar tempo ao tempo é fundamental para ter resultado em qualquer objetivo. E no caso de um adestramento e treinamento de cães, é ainda mais importante. Sempre que o cachorro demonstrar acerto, presenteie-o e mantenha elogios constantes. E, quando o cachorro errar ou não fizer o que você está pedindo, não xingue e não use tons chulos com ele. Seja paciente, educado e demonstre muito amor neste processo. Afinal, conter a agressividade somente será possível se você demonstrar passividade. Boa sorte!