Estudo de Universidade canadense confirma vínculo entre homens e cães desde os tempos antigos

Nós, amantes de cães, sabemos muito bem como a ligação entre um ser humano com o seu cão de estimação pode ser bastante forte. Este vínculo pode ser mais forte até do que a ligação com outros seres humanos e até parentes.

Em alguns casos, esses vínculos são tão fortes que os cães passam a ser membros da família, tendo uma enorme importância na vida de seu tutor e família de humanos e fazendo as vezes até o papel de filho. E para quem ama os animais, nada disso é exagero, é apenas amor para com um ser que também nos dá tanto amor e nos é fiel e leal como ninguém.

Ligação e vínculo entre seres humanos e animais podem vir de 8 mil anos atrás. (Foto: Reprodução / Pet Blog)
Ligação e vínculo entre seres humanos e animais podem vir de 8 mil anos atrás. (Foto: Reprodução / Pet Blog)

Pois bem, essa ligação tão forte entre humanos e cães não é de hoje e nem aconteceu de repente. Ela vem desde os tempos antigos, é o que vem mostrando as pesquisas feitas pelo antropólogo Robert Losey, da Universidade de Alberta, no Canadá.

Em seu estudo sobre o antigo vínculo entre as pessoas e seus companheiros caninos, Robert encontrou um sítio arqueológico onde foram descobertos restos de um cão que datam de 5.000 a 8.000 anos. O mais surpreendente sobre este achado é que foram encontradas evidências de que os cães, já naquele período, não eram mais tratados como objetos de caça ou segurança.

Restos de cão encontrado mostra que os cães já eram tratados como membros da família há milhares de anos. (Foto: Reprodução / University of Alberta)
Restos de cão encontrado mostra que os cães já eram tratados como membros da família há milhares de anos. (Foto: Reprodução / University of Alberta)

Os achados mostram que os cães foram tratados como nós os tratamos hoje, como amigos ou como parte da família.

De acordo com o antropólogo, existem mais enterros de cães do que quaisquer outros animais. E não é apenas qualquer enterro comum, os cães foram enterrados na mesma forma como os seres humanos. Alguns deles até tinham colares em seus pescoços e outros tinham oferendas em seus túmulos. Isto prova que esses cães tinham um lugar especial na família e na comunidade.

Veja mais sobre a pesquisa e as descobertas de Robert Losey no vídeo abaixo:

Vídeo: Reprodução / Youtube / University of Alberta

Para ler mais sobre o estudo de Robert Losey basta clicar aqui.

 

Fonte: I Heart Dogs

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